segunda-feira, 28 de novembro de 2016

1978 - Ativista por direitos LGBT Harvey Milk é assassinado em São Francisco


Morto logo após o prefeito George Moscone, ativista tornou-se ícone da luta pelos direitos dos homossexuais
Harvey Bernard Milk, político e ativista gay norte-americano, é assassinado em São Francisco em 27 de novembro de 1978 por Dan White, ex-supervisor municipal, que renunciara e desejava voltar ao posto. No atentado também morreu o prefeito da cidade, George Moscone. Milk foi a primeira pessoa abertamente gay a ser eleita para um cargo público na Califórnia, também como supervisor da cidade de São Francisco.

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Depois de suas experiências com a contracultura dos anos 1960, Milk mudou-se de Nova York para fixar residência em São Francisco em 1972, em meio a uma migração de homossexuais que se deslocaram para o bairro gay Castro na década de 1970. Tirou vantagem do crescente poder político e econômico do bairro para promover seus interesses, candidatando-se sem sucesso por três vezes para cargos políticos. Suas campanhas teatrais deram-lhe crescente popularidade e Milk conquistou um assento como supervisor da cidade em 1977, em meio a mudanças sociais amplas que a cidade enfrentava.

Milk exerceu o mandato por onze meses e foi responsável pela aprovação de uma rigorosa lei sobre direitos gays para a cidade. Apesar da sua curta carreira política, ele se tornou um ícone em São Francisco e "um mártir dos direitos gays", de acordo com o professor da USF (Universidade de São Francisco), Peter Novak. Em 2002, Milk foi chamado de "o mais famoso e mais influente político abertamente LGTB jamais eleito nos Estados Unidos".

Existem várias obras em homenagem a Milk, dentre as quais um documentário de 1984 premiado com o Oscar. Em 2008 foi lançado o filme “Milk”, contando a trajetória de Harvey, da chegada a São Francisco à sua morte. Dirigido por Gus Van Sant, com Sean Penn no papel principal, recebeu oito indicações para o Oscar, vencendo na categoria de Melhor Ator e Melhor Roteiro Original.
Em 10 de novembro de 1978, dez meses depois de empossado, White renunciou ao mandato no Conselho de Supervisores, alegando que o salário anual de 9.600 dólares não era suficiente para sustentar sua família. Milk também havia sentido o aperto da diminuição de seus rendimentos quando ele e Scott Smith foram forçados a fechar a Castro Camera. Poucos dias depois, White solicitou seu mandato de volta e o prefeito Moscone inicialmente concordou.

No entanto, análise mais aprofundada convenceu o prefeito a nomear alguém mais afeito à crescente diversidade étnica do distrito e às inclinações liberais do Conselho de Supervisores. 
Em 18 de novembro daquele ano, noticiou-se o assassinato do deputado federal pela Califórnia Leo Ryan, que estava em Jonestown, Guiana, no famoso palco do massacre comandado pelo fanático religioso Jim Jones, quando 914 dos fiéis da seita "Templo do Povo" ingeriram veneno ou receberam tiros na cabeça.

O episódio horrorizou a população de São Francisco. Dan White comentou com assessores as notícias dos jornais: "Vejam vocês! Um dia eu estou na capa e no próximo sou imediatamente varrido".


Objetos pessoais de Milk no Museu de História LGBT, em São Francisco

Moscone planejava anunciar a substituição de White dias depois, em 27 de novembro de 1978. Meia hora antes da coletiva de imprensa, White entrou na prefeitura por uma janela do porão a fim de evitar os detectores de metal, dirigindo-se ao gabinete de Moscone. Testemunhas ouviram discussão entre White e Moscone e em seguida, tiros. White disparou no prefeito, uma vez no braço e três vezes na cabeça com Moscone caído ao chão. White encaminhou-se rapidamente para o seu antigo escritório, recarregando seu revólver. Interceptou Milk, pedindo-lhe para entrar por um momento. Dianne Feinstein ouviu tiros e chamou a polícia, que encontrou Milk de bruços no chão, atingido cinco vezes, inclusive duas vezes na cabeça à queima-roupa.

Feinstein anunciou à imprensa, "Hoje São Francisco sofreu uma dupla tragédia de imensas proporções. Como presidente do Conselho de Supervisores, é meu dever informá-los de que tanto o prefeito Moscone como o supervisor Milk foram baleados e mortos", acrescentando em seguida: “O suspeito é o supervisor White”. Milk estava com 48 anos e Moscone, com 49.

Uma hora depois, White telefonou à mulher que com ele se encontrou numa igreja, acompanhando-o à delegacia onde se entregou.

Naquela noite, uma reunião espontânea começou a se formar na Rua Castro movendo-se em direção à prefeitura numa vigília com velas. A multidão foi estimada entre 25 e 40 mil, tomando toda a Rua Market, estendendo-se por quase 3 km. No dia seguinte, os corpos de Moscone e Milk foram levados para a rotunda da prefeitura. Seis mil pessoas consternadas assistiram à cerimônia fúnebre em louvor a Moscone na Catedral St. Mary's. Duas cerimônias foram prestadas a Milk; uma pequena no Templo Emanu-El e outra mais agitada no Teatro Municipal de São Francisco.

White, por sua vez, foi condenado a sete anos de prisão por homicídio voluntário. Voltou à cidade em 1985, onde se suicidou.
Fonte: Opera Mundi

domingo, 27 de novembro de 2016

Acadêmicos de História produzem material sobre da história do futebol em Passo Fundo


Um grupo de acadêmicos do IV nível do curso de História criaram uma página no facebook, intitulada “Futebol na rede: a história do esporte na cidade de Passo Fundo”, como resultado do trabalho desenvolvido na disciplina de Prática e Estágio em Arquivos e Museus, sob a orientação dos professores Alessandro Batistella e Marcos Gerhardt.
Em parceria com o Museu Histórico Regional (MHR), os acadêmicos criaram uma espécie de “museu virtual”, onde apresentam o resultado de suas pesquisas sobre o futebol na cidade e algumas imagens e objetos que fazem parte do acervo do MHR.
O trabalho desenvolvido pelos acadêmicos Alisson Pinheiro, Bibiana Vargas, Deividi Pires, Gabriel Vieira e Janaína Langaro foi apresentado aos estudantes da Escola Estadual Protásio Alves no dia 23 de novembro.

Para conhecer um pouco mais sobre o trabalho, acesse:  https://www.facebook.com/FutebolNaRedePassoFundo/

sábado, 26 de novembro de 2016

1975 - Guiana Holandesa conquista independência e passa se chamar Suriname


Grave e prolongada crise econômica e social no começo dos anos 1970 impulsionou processo
A Guiana Holandesa foi uma antiga colônia holandesa situada ao sul da chamada “Costa Selvagem da América do Sul". O território esteve sob domínio holandês entre o século 17 e 1796, tornando-se britânico até 1816, para voltar a ser holandês durante cerca de 160 anos. No dia 25 de novembro de 1975, no entanto, tornou se independente , adotando o nome de Suriname. O último governador da colônia, Johan Ferrier, tornou-se então o primeiro presidente da República do Suriname.
O primeiro estabelecimento europeu nesta região foi o dos colonos de Barbados, levados pelo lorde Willoughby em1650. Em troca da Nova Holanda na América do Norte, os holandeses cederam a colônia em prol da Paz de Breda em 1667, cessão confirmada pelo Tratado de Westminster de 1674.

A população, fortemente cosmopolita, dedicou-se à plantação da cana de açúcar. Os britânicos, que ocupavam as “colônis” da Holanda por ocasião das guerras da Revolução e do Império – 1796-1802 e 1804-1816 -, restituem o Suriname à Holanda em 1816, em seguida à Convenção de Londres de 13 de agosto de 1814 e do segundo Tratado de Paris de 20 de novembro de 1815.

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Imagem de rio do Suriname: País é um dos que mais demoraram para conquistar a independência na América do Sul

A escravidão foi abolida em 1863 na Guiana Holandesa e a colônia passou a ser povoada por indianos e indonésios. O declínio irremediável da agricultura faz a economia do país depender da bauxita, que atingiu o seu auge 1938.

Em 1950, o Suriname recebe dos Países Baixos o regime parlamentar e o sufrágio universal. A Constituição de 1954, que outorgava a autonomia, previa que os ministros respondiam perante o Conselho Legislativo, eleito para um mandato de quatro anos. Entre 1958 e 1967, uma coalizão creoles-industãos conserva a maioria no ‘Staten’ – Assembleia Legislativa – graças a aliança do Partido Nacional Suriname com o Partido Unido Industão.

Em seguida a uma grave e prolongada crise econômica e social no começo dos anos 1970, o país se vê envolto com uma greve geral em 1973. Nas eleições de novembro do mesmo ano, o Partido Nacional Suriname aliado a três outros pequenos partidos conquista a maioria dos votos. As negociações com o governo holandês tendo como ponto central a independência são complicadas, tendo à frente pelo Suriname, o líder do PNS, Henck Arrton, indicado primeiro ministro.

A independência torna-se efetiva em 25 de novembro de 1975 sob a presidência da República de Johan Ferrier do PNS. Uma constituição do tipo parlamentar é aprovada. Os creoles são majoritários no Parlamento o que causa o descontentamento nas hostes industãs.  Todavia, o governo, chefiado por Arron, conduz uma política excessivamente ligada aos interesses holandeses até 1980.
Em 25 de fevereiro de 1980, um golpe de Estado militar, chamado de  “Revolução dos Sargentos”, tendo a sua frente o sargento-major – mais tarde tenente-coronel – Desiré Delano Bouterse, derroca o sistema. A Junta Militar se alia ao Partido Nacionalista Republicano e um civil, Hendrik Chin A Sen, torna-se primeiro ministro.

Em agosto, por ocasião de um segundo golpe de Estado, Bouterse proclama o estado de emergência e dissolve o parlamento. Chin A Sen assume igualmente a presidência da República. Em 4 de fevereiro de 1982, Sen é destituído e, depois de dois atentados contra a sua pessoa, Bouterse, à frente do Conselho Militar Nacional, impõe a lei marcial. Em 7 e 8 de dezembro de 1982, 15 opositores : políticos, sindicalistas, jornalistas são executados.

Em política externa, a partir de 1981, Bouterse anuncia uma política de não alinhamento e de neutralismo. Declara também sua amizade por Cuba, Nicarágua e Líbia. Os governos holandês e norte-americano suspendem sua ajuda. Os conselheiros cubanos ganham de passo em passo lugar na vida pública do país.

Paramaribo expulsa os conselheiros de Washington após a invasão de Granada pelos Estados Unidos em 1983, por temor de sofrer também uma intervenção armada.
Fonte: Opera Mundi

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Arqueólogos descobrem cidade de 7 mil anos no Egito

Cidade residencial e cemitério datados de 5316 a.C. são encontrados nas proximidades de Abidos, na província de Sohag. Novidade pode ajudar a recuperar o turismo no país.
Seti-Tempel in Abydos (picture-alliance/Arved Gintenreiter)
O templo do faraó Seti I, pai de Ramsés II, em Abidos, no Egito
Não se trata de uma única escultura ou tumba. Arqueólogos egípcios anunciaram nesta quarta-feira (23/11) a descoberta de partes do que pode ter sido uma verdadeira cidade residencial do Egito antigo, datada de 5.316 antes de Cristo.
Os vestígios foram encontrados a cerca de 400 metros ao sul do templo do faraó Seti 1º, em Abidos, na província de Sohag, a 390 quilômetros ao sul do Cairo. Abidos é uma das mais antigas cidades egípcias e que teria sido capital na era pré-dinástica e nas primeiras quatro dinastias.
Na cidade há um enorme cemitério, com pelo menos 15 túmulos grandes, diversos objetos decorativos de cerâmicas ou de uso cotidiano e estruturas que provavelmente serviam de moradia para quem vivia lá, possivelmente pessoas encarregadas da construção de cemitérios da família real em Abidos.
"O tamanho desses túmulos é maior do que os encontrados em Abidos, datados da primeira Dinastia. Isso leva a crer que as pessoas sepultadas no local pertenciam a uma hierarquia social muito alta", afirmou o ministro das Antiguidades do Egito, Mahmoud Afifi.
O chefe da missão arqueológica, Yasser Mahmoud Hussein, disse que "os túmulos (com forma de mastaba) são únicos em seu estilo arquitetônico, já que contêm mais de um nível, e alguns chegam a ter até quatro".
Afifi destacou a importância da descoberta, já que é possível que os objetos encontrados revelem novas informações sobre a história da cidade de Abidos.
Além de ampliar os conhecimentos sobre a civilização egípcia, a cidade recém-descoberta pode ajudar a aumentar o turismo no país.
Em 2010, o Egito recebeu cerca de 14,7 milhões de turistas. Após a queda do ex-ditador Hosni Mubarak, em 2011, o turismo no país começou a cair drasticamente. No ano passado, um ataque terrorista matou 224 turistas que sobrevoavam o Mar Vermelho a bordo de um avião russo, reforçando a imagem de insegurança do país.
Nos primeiros três meses de 2016, o Egito recebeu apenas 1,2 milhão de turistas. No mesmo período de 2015, esse número chegava a 2,2 milhões. As autoridades egípcias esperam que a novidade dê um novo rumo a essas estatísticas.
NT/rtr/afp/efe/ots
  • Data 24.11.2016
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1973: Crise do petróleo interrompe o trânsito na Alemanha

Em 25 de novembro de 1973, os carros foram proibidos de circular na Alemanha para poupar gasolina. Os países exportadores de petróleo haviam imposto um embargo contra os aliados de Israel.
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Um domingo sem automóveis na auto-estrada Colônia-Bonn
As nações árabes causaram a quarta crise mundial do petróleo em 1973, ao boicotarem as exportações aos países que apoiavam Israel na guerra do Yom Kipur. A represália atingiu severamente os Estados Unidos e a Europa ocidental.
O petróleo sempre foi uma importante arma política, já tendo levado a várias crises mundiais. A primeira foi em 1951, seguida da de 1956 e outra em 1967. Na de 1973, o preço do petróleo subiu de 2,90 dólares o barril (em setembro) para 11,65 dólares (em dezembro).
Quatro domingos sem trânsito
Para poupar energia, o então chefe de governo alemão Willy Brandt instituiu limites de velocidade e a proibição da circulação de veículos durante quatro domingos. Em 25 de novembro de 1973, as autoestradas e ruas das cidades na Alemanha ficaram vazias. Um fato difícil de acreditar em plena época do milagre econômico e num dos países líderes mundiais na produção de automóveis.
Com o fim dos estoques no mundo ocidental, a crise chegou ao auge em 1974. O chamado primeiro grande choque do petróleo levou à desestabilização da economia mundial e provocou uma severa recessão nos Estados Unidos e na Europa. Os países industrializados acabaram o ano de 1974 com um deficit de cerca de 11 bilhões de dólares e os em desenvolvimento, de quase 40 bilhões de dólares.
Em 1979, aconteceu um segundo choque do petróleo, causado pela revolução iraniana que derrubou o xá Reza Pahlevi (1919-1980) e instalou uma república islâmica no país.

1957 – Morre Diego Rivera, consagrado artista plástico mexicano


Marido de Frida Kahlo, artista marcou época pelo seu estilo arrojado
Morre, em 24 de novembro de 1957, aos 70 anos, Diego Rivera, destacado artista mexicano, famoso por pintar obras de alto conteúdo social em edifícios públicos. Ele Foi criador de diversos murais espalhados por cidades do México e dos Estados Unidos.
Na verdade, o nome completo do artista mexicano era Diego María de la Concepción Juan Nepomuceno Estanislao de la Rivera y Barrientos Acosta y Rodríguez. Facilitando a vida de jornalistas e do público, decidiu adotar apenas Diego Rivera.

Nascido em 8 de dezembro de 1886 em Guanajuato,  começou a partir de 1896 fazer aulas na Academia de São Carlos, desobedecendo desejos de seu pai que queria vê-lo na carreira militar. No começo do século, recebeu bolsas de estudo para viajar à Espanha e conhecer obras de Goya, El Greco, Brueghel e ingressar no ateliê de Eduardo Chicharro, um dos mais importantes retratistas espanhóis.

Diferentemente de outros grandes artistas gráficos como José Clemente Orozco, artista filiado ao Exército Constitucionalista, e de David Alfaro Siqueiros, alto oficial, Diego Rivera não teve participação direta no conflito político e militar da Revolução Mexicana de 1910. Em 1916, depois de passar por diversos países da América do Sul, fixa-se em Paris, onde mantém contato com artistas como Picasso, Ochoa e Inclán, aderindo então ao cubismo. Em 1917, influenciado por Paul Cezanne, aproxima-se do pós-impressionismo, conseguindo chamar a atenção por suas telas de cores vivas.

Em 1920 empreende uma viagem à Itália onde se aprofunda no estudo da arte renascentista. Quando toma conhecimento de que José Vasconcelos fora designado ministro da Educação do México, regressa a seu país e participa de iniciativas artísticas ao lado de Orozco, Siqueiros e Tamayo.

Em 1927, Rivera é convidado para as cerimônias dos 10 anos da Revolução Bolchevique em Moscou. Casa-se com a pintora Frida Kahlo em 1929, ano em que é expulso do Partido Comunista. Em 1930 é convidado para a realização de diversas obras nos Estados Unidos, onde sua temática comunista desataria contradições, críticas e atritos com proprietários, governo e imprensa locais.

Em 1933 ocorre um dos episódios mais controvertidos de sua vida. O magnata John Rockefeller contrata Rivera para pintar um mural na entrada do edificio RCA em Nova York. Era o principal edificio do Rockefeller Center. Situado na 5ª Avenida era um marco emblemático do capitalismo.
Rivera desenhou então o mural sob o tema O Homem na Encruzilhada de Caminhos ou o Homem Controlador do Universo. Estando para completá-lo, resolveu incluir um retrato de Lenin. A reação da imprensa foi imediata e virulenta. Rockefeller considerou o retrato como insulto pessoal, mandou cobrir o mural e ordenou que fosse destruido. De volta ao México em 1934, pintou o mesmo mural no 3º andar do Palácio de Belas Artes.

Reprodução

Marido de Frida Kahlo, artista marcou época pelo seu estilo arrojado

Em 1936 solicita ao presidente Lázaro Cárdenas asilo político a Leon Trotsky, o que se concretiza no ano seguinte, sendo recebido na Casa Azul de Frida Kahlo. Em 1940, já divorciado de Kahlo e afastado do disidente soviético, volta com ela a se casar.

Em 1946 pintou uma de suas obras mais importantes Sonho de uma Tarde Dominical na Alameda Central no Hotel do Prado. Integra com Orozco e Siqueiros a comissão de Pintura Mural do Instituto Nacional de Belas Artes.

Em 1950 ilustrou o livro Canto Geral de Pablo Neruda. Em 1952 realizou o mural A Universidade, a Família Mexicana, a Paz e a Juventude Esportista no Estádio Olímpico Universitário na Cidade do México.

Em 1953, Rivera cria uma obra-prima que se encontra no Teatro dos Insurgentes, Cidade do México. Tal obra tem um alto significado pois cada imagem representa parte da história do México. O mural é feito de pequenos azulejos de vidro. A colocação esteve a cargo do mestre Luigi Scodeller.

Há uma cena em que aparece o popular comediante Cantinflas recebendo dinheiro das clases ricas da sociedade mexicana representada por capitalistas, militares, um clérigo e uma cortesã. Os pobres encontram-se do lado esquerdo representando as classes exploradas. Detrás de todo o cenário vislumbra-se a antiga Basílica de Guadalupe.

Em junho de 1954, morre Frida Kahlo e no ano seguinte casa-se com Emma Hurtado. Viaja para a União Soviética para uma intervenção cirúrgica. Falece em 24 de novembro de 1957 em sua casa, atualmente conhecida como Museu Casa Estúdio Diego Rivera e Frida Kahlo. Seus restos foram colocados na Retonda das Pessoas Ilustres, contrariamente à sua última vontade.
Fonte: Opera Mundi

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Estudantes do Curso de História realizaram atividades educativas na Escola Estadual Alberto Pasqualini

Na noite de 23 de novembro, três grupos de estudantes do Curso de História da UPF foram à Escola Estadual Alberto Pasqualini, onde realizaram as atividades planejadas na disciplina Prática e Estágio (I) de Arquivos e Museus, com a orientação dos prof. Alessandro Batistella e Marcos Gerhardt.

Foram aplicados três projetos que exigiram pesquisa no Arquivo Histórico Regional e promoveram a educação patrimonial, com os seguintes temas: 1) A Revolta dos Motoqueiros em Passo Fundo; 2) A diversidade de patrimônios em Passo Fundo e 3) A morte de Getúlio Vargas na imprensa de Passo Fundo. 








quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Crânios de africanos, herança macabra da colonização alemã

Achado, em instituições alemãs, de mais de mil restos mortais das antigas colônias na África Oriental confirma cruel prática do início do século 20: em geral, finalidade era comprovar a inferioridade racial dos nativos.
Crânio de nativo herero, da Namíbia, na Charité de Berlim
Restos de nativo herero, da Namíbia, na Charité de Berlim
Quando, durante sua viagem pelo atual Ruanda, na virada do século 19 para o 20, o explorador alemão da África Richard Kandt encontrou um "pigmeu", possivelmente da tribo dos twa, ele foi acometido da febre de colecionador. E então pediu que fosse morto o nativo, que se encontrava em mãos dos alemães, como prisioneiro de guerra dos senhores coloniais.
"Ele mandou separar a carne dos ossos e expediu o crânio do homem imediatamente para Berlim", relata Markus Frenzel, jornalista da emissora MDR. "Kandt estava orgulhoso de haver encontrado um membro de um grupo étnico especialmente raro."
Senhores coloniais alemães viajam na África Oriental, no início do século 20
Assim os senhores coloniais alemães viajavam na África Oriental, no início do século 20
"Prova da inferioridade africana"
Essa história de terror da então África Oriental Alemã trata apenas de um crânio entre os milhares que chegavam de navio ao Império Alemão, vindo das zonas coloniais. Via de regra, a meta do exame dos ossos era provar que as raças africanas eram inferiores às europeias.
Não era comum a pesquisa envolver assassinato, como nesse caso: em geral, cadáveres sepultos eram exumados e suas cabeças, roubadas. Frenzel gostaria de descobrir onde se encontram, hoje, os restos do homenzinho de Ruanda. Há oito anos ele folheia os fichários de arquivos na Alemanha e vasculha os acervos de coleções médicas à busca de pistas dos crânios africanos e de sua procedência.
"Em 2008, encontramos na Universidade de Freiburg e no hospital Charité de Berlim algumas dezenas de crânios da Namíbia", conta o jornalista. "Houve um escândalo, e alguns cientistas foram encarregados de investigar o assunto. Os crânios acabaram sendo devolvidos, mas apenas esses."
Cerimônia de devolução de restos mortais à Namíbia, em 2014
Cerimônia de devolução de restos mortais à Namíbia, em 2014
Indignação nas redes sociais
Frenzel tinha indicações de que, nas coleções de institutos alemães, havia muitos mais restos mortais humanos oriundos das zonas coloniais. E, de fato, ele e a equipe do magazine Fakt, da TV ARD, fizeram um achado no depósito central da Fundação Patrimônio Cultural Prussiano (SPK, na sigla em alemão): 1.003 crânios da região da atual Ruanda e 60 da Tanzânia.
"Nós simplesmente não queremos, de jeito nenhum, ter essas coisas em nossas coleções, pois elas representam uma visão de ciência que não é a nossa", declarou o presidente da SPK, Hermann Parzinger, à equipe televisiva. Por isso a origem dos ossos será detalhadamente pesquisada, a fim de devolvê-los. Essa foi também uma exigência do embaixador ruandês em Berlim, Igor Cesar, falando à MDR.
Os comentários dos usuários da DW da África Oriental na página do Facebook da redação suaíli revelam emoções fortes em relação ao tema. Ben Kazumba, da Tanzânia, exige: "Eles precisam nos devolver os crânios dos nossos antepassados".
Miraji Mwana Kibinda ficou abalado com a visão dos ossos que ainda se encontram na Alemanha: "Todo o meu corpo treme ao ver esses crânios. Sinto-me ferido ao pensar no que fizeram com nossos ancestrais." Já Dismas Komba discorda: "Seria melhor voltar a enterrar os crânios, eles não têm qualquer significação. Se têm, é só para despertar em nós o amargor perante os crimes contra o nosso povo".
A devolução a Ruanda e Tanzânia poderá demorar, já que antes será preciso investigar as procedências exatas. Tempo demasiado, comenta o jornalista Frenzel: isso vai contra os interesse da Fundação Patrimônio Cultural Prussiano, que no futuro quer realizar grandes mostras com objetos não europeus no planejado Fórum Humboldt de Berlim.
"Eles precisam encerram esse capítulo rapidamente. Afinal, quem vai nos enviar coleções da África para Berlim, sabendo que os próprios ancestrais ainda podem estar no porão?"
  • Data 23.11.2016
  • Autoria Peter Hille (av)
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A luta constante contra negadores do Holocausto

O extermínio dos judeus na Segunda Guerra é historicamente comprovado. Mesmo assim, há pessoas que o negam veementemente. Em muitos países, isso é passível de punição. Em outros, não.
Judeus no campo de extermínio de Auschwitz, em 1944
Judeus no campo de extermínio de Auschwitz, em 1944
Ela tem 87 anos e é, aparentemente, incorrigível. Mais uma vez, a Justiça teve que lidar com Ursula Haverbeck e a sua visão da história. Desta vez, foi o tribunal de Verden. Haverbeck é conhecida nos círculos legais de toda a Alemanha. Há anos, ela está envolvida com cortes de Justiça em Detmold e Bad Oeynhausen, na região da Vestfália, em Hamburgo e Berlim. Ela é investigada regularmente por procuradores devido ao crime de incitação ao ódio. Na cena de extrema direita, a enérgica senhora de cabelos grisalhos é bastante popular. Ela nega o Holocausto e consegue, mesmo com sua idade avançada, provocar tumultos nos tribunais.

No processo contra um ex-guarda de Auschwitz em Detmold, ela tentou entrar na sala de Justiça em fevereiro deste ano. Para Haverbeck, o campo na atual Polônia não era de extermínio, mas de trabalhos forçados – e o genocídio dos judeus pelos nazistas a "maior e mais persistente mentira da história". Ursula Haverbeck pode não ser o exemplo mais proeminente da negação do crime historica e juridicamente reconhecido da Alemanha nazista contra os judeus, mas o mais atual.
Uso de documentos falsos
Há tempos David Irving ocupa a Justiça, a política e a mídia com suas teses sobre a Segunda Guerra em geral e, particularmente, o Holocausto. O britânico, que no final dos anos 1950 trabalhou como metalúrgico no Vale do Ruhr e aprendeu a falar fluentemente alemão, escreveu mais de 30 livros sobre a era nazista. Ele ficou conhecido em 1963 com A destruição de Dresden, em que ele aumentou acentuadamente o número de mortos por meio de documentos falsos.
David Irving num tribunal de Viena em 2006
David Irving num tribunal de Viena em 2006
Se, no início, ele era considerado um pesquisador não convencional, cujo mérito foi acessar fontes desconhecidas até então, desde o final da década de 1980 ele passou a não ser mais levado a sério pelos historiadores.
Na ocasião, ele apareceu pela primeira vez como um negador do Holocausto. Desde então, ele se mostra regularmente ao lado de extremistas de direita, principalmente na Alemanha.
No cerne de suas convicções revisionistas da história está que Hitler não ordenou o extermínio de judeus nem soube do fato. Devido à afirmação de que na Áustria não houve campos de concentração, Irving foi condenado a três anos de prisão sem direito à liberdade condicional pelo Tribunal Estadual de Viena. Ele cumpriu dois terços de sua pena e, desde então, é proibido de viajar para diversos países.
Em 1993, a historiadora americana Deborah Lipstadt classificou Irving como "um autêntico negador do Holocausto", que falsifica fatos e manipula documentos em seus livros. Irving entrou com queixa por difamação, dando início à sua ruína financeira. A Alta Corte de Londres rejeitou o processo no ano 2000. O juiz Charles Gray resumiu: "Ele é um simpatizante nazista, polemista, antissemita e racista, que se alia a extremistas de direita para promover o neonazismo."
Os custos do processo giraram em torno de 2,5 milhões de libras esterlinas e tiveram de ser pagos por Irving.
Também na Igreja Católica
Da mesma forma, as teses de um importante sacerdote da Igreja Católica chamam atenção há anos. O bispo britânico Richard Williamson nega o extermínio de judeus, tornando-se assim o representante mais conhecido da Fraternidade de São Pio 10.
Bispo Richard Williamson, em 2009
Bispo Richard Williamson, em 2009
Trata-se de uma irmandade sacerdotal separatista e comprometida somente com a tradição, fundada em 1970 pelo arcebispo francês Marcel Lefebvre. Ela nega as reformas do Concílio Vaticano 2° (1962-1965), que abriu a Igreja Católica, entre outros, para o ecumenismo e a liberdade religiosa, e reconheceu o judaísmo como caminho válido de salvação.
Williamson, por sua vez, negou veementemente a existência de câmaras de gás em 2008. Além disso, ele afirmou que haviam sido mortos, no máximo, entre 200 mil e 300 mil judeus. Isso foi falado ao microfone de um jornalista sueco. Como Williamson sabia que negar o Holocausto é crime na Alemanha, punível com até cinco anos de prisão, ele pediu que a entrevista fosse publicada somente na Suécia e não na internet. O que foi ignorado pelo jornalista.
Em seguida, o tribunal da cidade alemã de Regensburg o condenou à revelia ao pagamento de 100 diárias a 100 euros cada. Em 2012, a Fraternidade de São Pio 10 o expulsou como membro devido a outras diferenças de opinião.
Com leis contra negadores
A forma como outros países lidam com o Holocausto é bastante variável. Nos EUA, o direito à liberdade de expressão abrange também a negação do Holocausto. Isso vale igualmente para o Reino Unido. Por esta razão, David Irving tem preferido se expressar nesses países.
Em contrapartida, a negação do Holocausto é atualmente considerada crime em diversos Estados europeus. Na Áustria, desde 1992, é passível de punição quem "tenta negar, grosseiramente minimizar, endossar ou justificar o genocídio nacional-socialista ou outros crimes nazistas contra a humanidade". Dois anos antes, a França também elevou à lei a punição desse delito.
Na Bélgica e em Luxemburgo, a negação histórica também é punível criminalmente, como também na República Tcheca e Polônia. Aqui, no entanto, com o adendo de que a negação de crimes praticados pelos comunistas também é passível de punição. Já na Espanha, a situação é diferente. Ali, até 1995, a negação do Holocausto era crime. Em 2007, o Tribunal Constitucional decidiu que essa lei violaria o direito da livre expressão.
  • Data 22.11.2016
  • Autoria Volker Wagener (ca)
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1992: Atentado incendiário em Mölln

Um atentado incendiário na cidade de Mölln, em 23 de novembro de 1992, causa a morte de três turcas, incluindo uma criança e uma adolescente, e se transforma num símbolo da xenofobia que assolava a Alemanha reunificada.
Deutschland Anschlag auf Haus in Mölln 1992 (picture-alliance/dpa)
Mölln, manhã de 23 de novembro de 1992. De dois prédios das ruas Mühlenstrasse e Ratzeburgerstrasse sobraram apenas as paredes queimadas pelo fogo. Pouco antes da meia-noite, os bombeiros haviam sido avisados do incêndio por um telefonema anônimo que se encerrou com uma saudação nazista.
Quando os bombeiros chegaram aos locais dos incêndios, homens, mulheres e crianças estavam nas janelas, acuados pelas chamas e gritando por socorro. Outros, como o jovem Ayten Arslan, então com 20 anos, tentaram escapar do fogo saltando pela janela e aguardavam feridos na rua.
Ayten Arslan saltou levando nos braços o filho de 6 anos e conseguiu sobreviver à tragédia, assim como sua cunhada Hava Arslan, de 21 anos, com graves ferimentos.
Para a filha de Hava, Yeliz, de 10 anos, assim como para a sogra Bahide e a sobrinha Ayse, de 14 anos – que estavam de visita, vindos da Turquia – a ajuda chegou tarde demais. Elas morreram no incêndio, que deixou ainda 44 desabrigados.
Na manhã seguinte, uma vizinha observava consternada a cena da tragédia: "Eles eram pessoas tão boas, nunca fizeram mal a ninguém e também nunca tiraram o emprego de ninguém".
A frase, por melhor intencionada que fosse, revelava o clima político e social que dera origem ao atentado de Mölln, uma cidade nas proximidades de Lübeck, no norte da Alemanha. Desde a Reunificação Alemã e especialmente naquele outono europeu de 1992, quando muitos refugiados chegavam ao país e a economia balançava, um estereótipo ganhava força não apenas na cabeça de jovens radicais de direita: "Os estrangeiros estão tirando nossos empregos".
Principalmente os partidos conservadores – com o debate sobre alterações na lei de asilo e frases de efeito como "o navio já está cheio" – prepararam o terreno no qual eram semeadas a violência e a xenofobia. Mölln era – até aquele momento – o ponto alto de uma onda de violência contra estrangeiros no país.
Desde o início dos anos 1990, extremistas de direita espalhavam um rastro de sangue e ódio pela Alemanha reunificada: sem-teto, estrangeiros e deficientes foram espancados, afogados ou jogados diante de trens. E a Justiça pronunciava sentenças leves contra os criminosos.
Na tragédia de Mölln, pela primeira vez a Promotoria Geral da República assumia o caso, afirmando tratar-se de um ataque à segurança interna do país. O atentado de Mölln se transformava, assim, num símbolo da xenofobia na Alemanha.
Os dois responsáveis receberam a pena mais dura possível para delitos de extrema direita. Lars Christiansen, então com 20 anos, e Michael Peters, de 27, foram condenados à prisão perpétua por homicídio.
Duas semanas depois do atentado em Mölln, houve em Munique a até então maior manifestação do pós-Guerra na Alemanha: 400 mil pessoas fizeram uma corrente de luz para protestar contra a xenofobia.
Autor: Frank Gerstenberg (as)

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Horários de defesas de TCC do curso de História da UPF


07 de dezembro de 2016

TARDE
Sala 1 - 232
14:00
Waleska Sheila Gaspar
A “locomotiva” do Brasil volta seu olhar para o sul: interpretações de O Estado de São Paulo sobre a Revolução Federalista (1893-1895)
Orientador: Dr. Alessandro Batistella
Banca: Dra. Ana Luiza Setti Reckziegel
15:00
Andréia Aparecida Piccoli
O castigo do crime: processos de punições da administração portuguesa no Rio Grande de São Pedro (1810)
Orientador: Dr. Adelar Heinsfeld
Banca: Dra. Ana Paula Lima Tibola
16:00
Djiovan Vinícius Carvalho
Cartografando o patrimônio: a produção historiográfica do patrimônio no Brasil (2000-2015)
Orientador: Dra. Ironita P. Machado
Banca: Ddo. Diego José Baccin
17:00
Caroline da Silva
A propriedade da terra na Justiça Federal do Rio Grande do Sul: mapeamento das desapropriações de terra por interesse social (1960-2009)
Orientador: Dra. Ironita P. Machado
Banca: Ddo. Felipe Berté Freitas
Sala 2 -237
14:00
Vanucia Gnoatto
Fronteiras: as trajetórias migratórias dos colonos rio-grandenses no Paraguai
Orientador: Dra. Rosane Marcia Neumann
Banca: Dr. João Carlos Tedesco
15:00
Kalinka de Oliveira Schmitz
Colonização no Planalto Rio-Grandense: as colônias dos Coqueiros (1928) e Xadrez (1938)
Orientador: Dra. Rosane Marcia Neumann
Banca: Dr. João Carlos Tedesco
16:00
Camila Focchesatto
Uma história ambiental da modernização da agricultura em Nova Bassano: 1970-1990
Orientador: Dr. Marcos Gerhardt
Banca: Ddo. Douglas Orestes Franzen
17:00
Augusto Diehl Guedes
“O Brasil vai para a heresia“: os discursos católicos sobre o pentecostalismo na Revista Eclesiástica Brasileira (1941-1972)
Orientador: Dra. Gizele Zanotto
Banca: Dda. Francielle Moreira Cassol


NOITE

Sala 1 – 230
19:20
Juliana Pivotto
“Outro mundo é possível”! O discurso da TFP sobre o Fórum Social Mundial (2001-2009)
Orientador: Dra. Gizele Zanotto
Banca: Ddo. David Antonio Zanoni
20:20
Aline Aparecida Lazzaretti Kaminski
Sociabilidades e crenças: uma análise do cotidiano da Sociedade Espírita Bezerra de Menezes de Constantina, RS (1970-1998)
Orientador: Dra. Gizele Zanotto
Banca: Ddo. Mateus Tatsch de Mello
21:20
Chaline de Souza
“O sublime papel da mulher”: análise das representações das condições femininas no periódico espírita O Orientador (1948-1958)
Orientador: Dra. Gizele Zanotto
Banca: Ddo. Mateus Tatsch de Mello
Sala 2 – 233
19:20
Leonardo da Silva Martinelli
Festas, bailes e diversão: a sociabilidade da elite no Rio de Janeiro da Corte Portuguesa (1808-1821)
Orientador: Dra. Marlise Regina Meyrer
Banca: Dra. Rosane Marcia Neumann
20:20
Lara Cristiana de Bona Santin
A racional emancipação feminina: o feminismo no jornal O Sexo Feminino e O Quinze de Novembro do sexo feminino (1889-1890)
Orientador: Dra. Marlise Regina Meyrer
Banca: Dda. Gabriela Tosta Goulart
21:20
Franciele dos Santos
A militância feminina comunista no Brasil no jornal Momento Feminino
Orientador: Dra. Marlise Regina Meyrer
Banca: Ddo. David Antonio Zanoni
Sala 3  – 235
19:20
Mariana Almeida dos Santos
A neutralidade interrompida: um olhar da imprensa brasileira sobre a Batalha de Coronel na Grande Guerra (1914-1918)
Orientador: Dr. Adelar Heinsfeld
Banca: Ddo. Wanilton Tadeu Dudek
20:20
Felipe Giongo Jardim
O patrimônio imaterial e suas representações em Passo Fundo: a Romaria de São Miguel Arcanjo e a Lenda da Mãe Preta
 Orientador: Dr. Alessandro Batistella
Banca: Dda.Franciele Moreira Cassol
21:20
Juliano Oliveira dos Santos
O processo de formação e os anos iniciais do Sindicato nas indústrias da construção civil e do mobiliário de Lagoa Vermelha / RS – SINTRACOM (1975 a 1990)
Orientador: Dr. Alessandro Batistella
Banca: Dr. Marcos Gerhardt