sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

1984: Tratado para devolver Hong Kong

No dia 19 de dezembro de 1984, após longas negociações, os então primeiros-ministros da China, Zhao Ziyang, e do Reino Unido, Margaret Thatcher, chegaram a um acordo sobre a devolução de Hong Kong à China.
Hong Kong, sob domínio britânico de 1842 a 1997
Os chineses nunca haviam demonstrado pressa. Apenas aguardaram, com paciência, o tempo passar. Eles pareciam sempre saber, ao longo de 156 anos, que Hong Kong era e continuaria sendo território chinês. Os chineses nunca esqueceram a humilhação por que passaram quando, em consequência da primeira Guerra do Ópio, em 1842, o imperador chinês foi obrigado a assinar o acordo que transferia Hong Kong "para sempre" ao domínio da Rainha Vitória no além-mar.

Naquela época, entretanto, o território não tinha a menor semelhança com o que é hoje. O então ministro britânico do Exterior, Lord Palmerstone, chegou a conceituá-lo como ilha infértil com poucas casas. Em 1860, a Inglaterra ditou à China a renúncia da região de Kowloon. E, em 1898, Londres assegurou ainda os New Territories, uma região agrícola em volta de Hong Kong, para garantir o abastecimento da colônia.

O acordo de "arrendamento" imposto pelo Reino Unido previa a devolução de Hong Kong em 99 anos (ou seja, 1997). Londres, entretanto, jamais pagou um centavo à China. Os próprios comunistas pareceram aceitar que seu antigo território se tornasse um centro do consumo e do capitalismo. Desde que os britânicos mantivessem a paz e a ordem, sem despertar na população local interesses democráticos, o sistema capitalista de Hong Hong era aceito pela China como a galinha dos ovos de ouro.

O Tratado de Devolução

Não houve reações revolucionárias nem quando a Revolução Cultural começou a repercutir na colônia britânica, em 1967. O temido "telefonema de Pequim", como era descrita – não só teoricamente – a possibilidade de Pequim intervir a qualquer momento, terminou nunca acontecendo.

A história tomou novos rumos em setembro de 1982, durante a visita da primeira-ministra Margaret Thatcher a Pequim. A "Dama de Ferro" encontrou em Deng Xiaoping um interlocutor à altura, em termos de determinação. Ele rejeitou seus argumentos de direitos de soberania, responsabilidade moral, tratados, liberdade...

Thatcher voltou para casa irritada, até mesmo deprimida, segundo palavras próprias. Dois anos mais tarde, retornou à China para assinar o Tratado de Devolução, elaborado por peritos de ambos os lados. Em 19 de dezembro de 1984, então, era selado o destino de Hong Kong, que retornaria à soberania chinesa em 1º de julho de 1997.

A Grã-Bretanha, "mãe" da democracia, havia fracassado: era obrigada a entregar o filé do capitalismo ao sistema comunista. Os 6,3 milhões de habitantes de Hong Kong não haviam sido questionados sobre suas preferências. Uma pequena vitória de Londres e faísca de esperança é o grau de autonomia concedido por Pequim à ex-colônia britânica. O sistema econômico e o nível de vida serão mantidos por 50 anos a partir da data da devolução e a parte administrativa foi deixada a cargo da própria Hong Kong.

Não só a devolução de uma colônia era um fato inédito na história. Também o conceito de um território de dois sistemas, com políticas econômica e social ao mesmo tempo capitalistas e comunistas, num mesmo país.
  • Autoria Christa Kokotowski (rw)
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

1979: Convenção da ONU contra discriminação de mulheres

No dia 18 de dezembro de 1979 a Assembleia Geral das Nações Unidas adotava a Cedaw (Convenção para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher), em meio à década dedicada ao sexo feminino.
Igualdade de direitos, desenvolvimento e paz foram os lemas da década da mulher, instituída pelas Nações Unidas entre 1976 e 1985. A adoção da Convenção para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (Cedaw na siga em inglês), em 18 de dezembro de 1979, foi um divisor de águas na história dos direitos femininos.
A convenção foi um importante passo para o reconhecimento dos direitos da mulher como direitos humanos. A convenção foi pensada primeiramente como instrumento da ajuda ao desenvolvimento. Assim, em seus primórdios, existiam grandes lacunas na proteção dos direitos da mulher.
Comitê Cedaw
A situação só mudou de forma duradoura após a Conferência Mundial sobre Direitos Humanos de Viena, realizada em 1993, e as mulheres passaram de requerentes a titulares de direito. Seguiu-se então a Conferência Mundial sobre a Mulher (Pequim, 1995), que consolidou ainda mais tal compreensão.
A convenção é constituída por um preâmbulo e 30 artigos, 16 do quais contemplam exigências para que os Estados garantam o respeito aos direitos da mulher. Três vezes ao ano, o comitê da Cedaw, formado por 23 peritas, reúne-se em Genebra ou Nova York para avaliar os relatórios nacionais dos 186 países que ratificaram a convenção da ONU.
Os assim chamados "relatórios-sombra" permitem à sociedade civil mostrar seu ponto de vista quanto às falhas na equiparação das mulheres. Posteriormente, tais relatórios exercem um importante papel na implementação nacional das exigências. Com evidências concretas, o comitê da Cedaw exorta os Estados a combaterem ativamente a discriminação mediata e estrutural contra mulheres.
Direitos das migrantes
Migrantes das Filipinas e da Índia em abrigo provisório em Cingapura
Uma melhor proteção dos direitos das imigrantes está entre as mais recentes reivindicações do comitê da Cedaw – uma exigência bastante plausível, considerando-se que, atualmente, metade dos migrantes de todo o mundo é constituída por mulheres.
Milhões de mulheres de Bangladesh, Sri Lanka, Indonésia ou Filipinas deixam anualmente sua pátria em busca de trabalho no exterior. Frequentemente despreparadas e sem documentos válidos, elas são vítimas de discriminação, exploração e violência, ao tentar escapar da pobreza, desemprego e más perspectivas econômicas.
Apesar das dificuldades, o número de mulheres que se arriscam nessa empreitada é cada vez maior. A Organização Internacional para a Migração calcula que bem mais de 30 milhões de mulheres deixam voluntariamente seu país de origem para procurar trabalho em outras partes do mundo.
Feminização da migração
Segundo a especialista da Cedaw de Bangladesh, Ferdous Ara Begum, a feminização da migração cresce a cada dia. Por isso, é importante os países de origem garantirem a proteção das emigrantes. E também os países de destino, que se beneficiam de seus serviços, devem assegurar o respeito aos direitos das imigrantes.
Begum explicou que as sugestões da Cedaw não são vinculativas, mas constituem uma espécie de guia de proteção dos direitos das mulheres e, dessa forma, também das migrantes.
Nesse ponto, acordos bilaterais e multilaterais são de grande importância. Eles precisam ser introduzidos no sistema jurídico, principalmente no direito trabalhista, que deve incluir a proteção das migrantes, acrescentou a especialista.
Autor: U. Mast-Kirschning / A. Lehmann / C. Albuquerque
Revisão: Augusto Valente
  • Data 18.12.2014
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Memórias do AHR: As duas mortes da primeira santinha de Passo Fundo

Passo Fundo tem tido ampla repercussão local, regional e mesmo nacional através da divulgação da devoção a menina Maria Elizabeth de Oliveira, falecida em 28 de novembro de 1965 quando, juntamente com amigas, brincava pelas ruas,  fora atropelada e, em razão dos ferimentos, perdeu a vida. Desde então a chamada “santinha de Passo Fundo” tem recebido honras, pedidos, homenagens e, segundo os fiéis, tem amparado e realizado milagres. Esta devoção, todavia, não fora a primeira na cidade. Décadas antes do falecimento e início das crenças na intermediação de Maria Elizabeth, era Maria Pequena que impulsionava fiéis que buscavam consolo, realizações, pediam proteção e demandavam milagres e ajuda.

Maria Pequena –Maria Meireles Trindade -, segundo os parcos registros a que temos hoje acesso para contar parte de sua história, era filha de Nicanor Trindade e de Marcelina Coema, “formosa bugrinha das selvas de Nonoai” (Gomercindo dos Reis, O Nacional, 01/06/1955). Casada com o tenente Marciano Angelino, vivia em Passo Fundo próximo ao Arroio Raquel, na atual Vila Carmem. Segundo Gomercindo dos Reis, Maria tinha fama de falar com Nossa Senhora e ser vidente, o que lhe consagrava ainda em vida como alguém com poder simbólico expressivo ante a comunidade.

Durante a Revolução Federalista seu marido e filho participaram do conflito apoiando os denominados legalistas, defensores da causa castilhista. A cidade foi agitada durante os conflitos com sua população apoiando o legalismo ou o federalismo, evidenciando uma polarização expressiva entre os moradores e mesmo em toda a região, palco de batalhas ao longo da contenda. Envolvidos os homens nas batalhas e campanhas, para as mulheres, em geral, mantinha-se o cotidiano de organização do lar e manutenção familiar em meio ao cenário de disputas políticas que se tornaram militares. Fora numa busca dos inimigos por Marciano e seu filho que o destino de Maria Meireles foi traçado. Segundo os registros, federalistas os procuraram na casa da família e não os encontrando foram em busca de Maria que estaria no Arroio Raquel lavando roupas. Às margens do riacho inquiriram a esposa e mãe que, ante as negativas em identificar onde estariam Marciano e o filho, sofreu duras consequências: “Maria Pequena, foi barbaramente assassinada, com três punhaladas e uma degola, a 28 de novembro de 1894, por um piquete revolucionário” (Gomercindo dos Reis, O Nacional, 01/06/1955).

Sua morte teria causado comoção imediata na população que providenciou seu enterro no próprio local de morte, espaço este que ficou conhecido como Cemitério da Cruzinha e que recebeu, posteriormente, restos mortais de crianças falecidas. Também no Cemitério começou a devoção à “santinha popular”, considerada milagrosa. A veneração a Maria Pequena iniciara de modo voluntário, acreditamos, muito em função da consideração anterior da mesma como vidente e próxima a Nossa Senhora. Da mesma forma, sua morte violenta em defesa da família legou à Maria outro fator de devoção em nada desprezível, o amor maternal, que foi responsável pelos enterros das crianças à sua volta.

Morta em 1894, mobilizou devoções até a década de 1950 quando em função de obras de modernização e urbanização citadina, teve seu túmulo removido e seus ossos recolhidos a então Igreja Catedral em construção. De lá seus restos mortais seriam acomodados em uma capela em honra a santinha. Todavia, - e eis aí a “segunda e derradeira morte de Maria Pequena” –, o espaço nunca foi construído e sua devoção arrefeceu até o esquecimento da milagrosa pela população.

Morta duplamente, Maria Pequena foi esquecida, todavia, anos depois, outro evento traumático ocorrido no mesmo dia do assassinato de Maria Meireles seria registrado na cidade e mobilizaria uma nova devoção – o atropelamento da menina Maria Elizabeth. 28 de novembro mantêm-se como data devocional para milhares de fiéis que prestam suas homenagens agora à menina santa. Altera-se o objeto do crer, transformam-se as demandas e as manifestações de fé, mas persiste o investimento simbólico no poder mediador de uma santinha local. Morrer para viver foi o destino das santas, uma com dupla morte, a segunda com um falecimento trágico e ainda extremamente mobilizador.

Veja também o artigo As duas mortes de Maria Pequena, publicado no site do Projeto Passo Fundo
Clique aqui para acessar o artigo
Profa. Gizele Zanotto (PPGH/UPF)

* O AHR destaca que os artigos publicados nessa seção
expressam única e exclusivamente a opinião de seus autores


1663 - Morre Ngola Nzinga, líder tribal angolana da resistência contra Portugal


Ngola Ana Nzinga Mbande comandou diversas tribos durante décadas, lutando contra o tráfico de escravos

Ngola Ana Nzinga Mbande, mais conhecida como Rainha Ginga ou pelo nome aportuguesado Dona Ana de Sousa, soberana dos reinos de Ndongo e de Matamba, sudoeste da África, morre em Matamba em 17 de dezembro de 1663. Seu título real no idioma quimbundo – Ngola – levou os portugueses a denominar a região de Angola.

Ela nasceu em 1582, na família do mani do Ndongo. O pai, Ngola Kiluangi, mantinha relações de paz armada com os portugueses de Luanda. A situação deteriorou-se após sua morte, quando o filho e sucessor, Ngola Mbandi, assume o poder no Ndongo.

Naquela altura, os portugueses ampliaram consideravelmente o tráfico de escravos e empreenderam uma série de incursões para o interior do continente, na esperança de, além de capturarem pessoas, apoderarem-se das imensas reservas de prata. Mbandi lançou uma campanha militar contra os portugueses, tendo antes suprimido a resistência e a rivalidade dentro da família, assassinando o seu sobrinho.

Wikimedia Commons/Ilustração

Rainha Nzinga em negociação de paz com os ocupantes portugueses em 1657. Anos depois, conseguiria apoio dos holandeses

Porém, a campanha militar fracassou. Sua tropa pouco disciplinada não conseguiu resistir à pressão do exército profissional do governador de Angola. A capital, Mbanza Cabana, caiu nas mãos dos portugueses, e a família foi aprisionada.

O novo governador procurava entendimento com o governante do Ndongo. A amizade com os aristocratas locais era condição indispensável para garantir o tráfico regular de escravos cada vez mais procurados para o trabalho nas plantações e nas minas do Brasil.

Em 1621, Ngola Ana Nzinga foi enviada para negociar com os portugueses. Os portugueses ficaram impressionados com o sentido de auto-respeito e astúcia dela, além de outras virtudes. Quando o vice-rei lhe concedeu audiência, ela fez sinal a uma das suas damas para que se ajoelhasse e se fizesse de cadeira, sentou-se em cima das costas dela e permaneceu sentada até ao fim da audiência. Deste modo Nzinga mostrou que se considerava uma participante de pleno direito das negociações, e não um vassalo submisso de Portugal.

O acordo foi celebrado. Calculando que uma mulher tão inteligente e decidida poderia vir a ser uma aliada vantajosa, os portugueses convenceram-na a baptizar-se, tomando o nome de Ana em honra da esposa do governador português.

Em 1624, Mbandi morreu, em circunstâncias pouco claras. Nzinga, ao tornar-se a única governante, renunciou ao cristianismo e rompeu a união com os portugueses. Estava a cumprir a vontade de seus súbditos, descontentes com o tráfico de escravos praticado pelos europeus.

Porém, o primeiro passo foi o envio de uma mensagem para o novo governador de Angola, Fernando de Sousa, exigindo que os portugueses evacuassem as fortalezas do interior. Emergia naquela altura a Companhia Holandesa das Índias Orientais. No verão de 1624, seus navios haviam queimado seis barcos portugueses no porto de Luanda.
 
Foto:


Paralelamente, Nzinga começou a preparar seu exército que crescia com a adesão de escravos fugitivos a quem prometia liberdade. Soube atrair para o seu lado as tribos vizinhas, hostis entre si. Em 1625, depois de impasse nas negociações, a guerra se tornou iminente. De tempos em tempos os portugueses, dada a ameaça da Holanda, tentavam um acordo com ela, com a condição de que reconhecesse a sua dependência da coroa portuguesa.  Ela ficou indignada com essa condição, declarando que só cederia se fosse vencida pelas armas.

Wikimedia Commons
No começo de 1626, os portugueses prepararam uma expedição militar bem apetrechada que expulsou Nzinga das ilhas do rio Kwanza. Consolidaram suas posições no litoral, porém, sem ter conseguido derrotá-la.

[Na foto à esquerda, Nzinga é homenageada com uma estátua em Luanda]

Progredindo em direcção a nordeste do Kwanza, Ana conquistou as tribos locais e atraiu os jagas, um povo guerreiro de combatentes audazes, instalou-se, em 1630-1635, nas montanhas de Matamba, tendo criado uma unidade política forte e estável. Tratava-se de uma espécie de estado semi-feudal hierárquico, em que Nzinga tinha o direito de decidir sobre a vida de seus súditos, mantendo-se o direito materno baseado na linha matrilinear, deixando a mulher em situação favorável na família e na sociedade.

Em maio de 1641, os holandeses voltaram a aparecer ao largo de Luanda, tendo capturado uma caravana de vinte navios, além da própria cidade. Em seguida, apoderaram-se da fortaleza de São Felipe de Benguela. Nzinga soube aproveitar habilmente esta situação, tendo proposto aos holandeses unir os esforços para criar uma união dirigida contra os portugueses. Os holandeses mandaram um destacamento de 300 soldados que ficou sob o comando dela, que conseguiu estabelecer controle de grande parte do litoral, rotas de comércio, inclusive o de escravos, e do interior do país.

Em agosto de 1648, chegou do Brasil Salvador Correia, designado novo governador, à frente de uma forte esquadra e um numeroso destacamento. Os portugueses apoderaram-se novamente de Luanda. Em 1656, o Conselho do Governador  voltou a exigir que Nzinga assinasse um acordo em que ela estaria obrigada a relançar a comercialização de escravos para os portugueses, pagar anualmente um tributo e jurar ser “amigo dos amigos e inimigo dos inimigos” dos portugueses.

O acordo, assinado por fim em abril de 1657 dispunha que estava livre de pagar o tributo e Matamba seguia independente. A última batalha, bem sucedida, da rainha, já idosa, teve lugar no mesmo ano, contra os chefes dos jaga que sempre falhavam ao seu compromisso de não devastar Matamba.

Passou os últimos anos da sua vida em paz, tendo estabelecido relações comerciais com os portugueses e autorizado a cristianização do país. Ana Nzinga Mbandi Ngola faleceu a 17 de Dezembro de 1663. Tinha por volta de 81 anos de idade; durante quarenta destes longos anos foi soberana absoluta do país, tendo levado durante trinta e um anos uma luta desigual, mas heróica, contra os colonizadores portugueses e seus aliados.
Fonte: Opera Mundi

HDT divulga dossiê sobre "Primeira Guerra Mundial"


v. 14, n. 2 (2014): Primeira Guerra Mundial
Sumário
Editorial
Editorial - Dossiê Primeira Guerra Mundial
Adelar Heinsfeld, Jerzy Mazurek
Dossiê
Jerzy Mazurek


Wojciech Skrzątek


Livia Claro


Cristiano Enrique de Brum


Johny Santana de Araújo


Jorge Magasich Airola


Roswithia Weber, Eloisa Helena Capovilla da Luz Ramos


Adelar Heinsfeld


Leandro Couto Carreia Ricon


Denise Borille de Abreu

Artigos Livres
Olgário Vogt, Bruna Vieira Spenner


João Henrique Zanelatto, Carlos dos Passos Paulo Matias


Clóvis Da Rolt, Elbio Gerardo Silveira Ramos

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Dicionário multimédia e tradução em 12 línguas do Padre António Vieira

Uma seleção de textos do Padre António Vieira (1608-1697) vai ser traduzida em 12 línguas (inglês, francês, espanhol, italiano, russo, mandarim, japonês, árabe, polaco, alemão, holandês e búlgaro), a par do lançamento do “Dicionário Multimédia” sobre o pregador português.
Os projetos seguem-se à edição dos 30 volumes da “Obra completa” do sacerdote jesuíta, cuja conclusão é assinalada a 3 de dezembro, às 18h30 no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa, anuncia uma nota enviada hoje ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
A sessão conta as intervenções de Eduardo Lourenço, Carlos Reis e Viriato Soromenho-Marques, e com a participação do ator Júlio Martin, que vai ler excertos da obra de Vieira, e da Orquestra Académica da Universidade de Lisboa.
As cerca de 15 mil páginas da coleção foram preparadas por uma equipa de meia centena de paleógrafos, latinistas, linguistas, filósofos, historiadores, teólogos, juristas, cientistas literários, entre especialistas de outras áreas do saber.
Os peritos levantaram, transcreveram, fixaram, atualizaram, traduziram e anotaram milhares de fólios manuscritos do pregador, e outros a ele atribuídos, espalhados por bibliotecas e arquivos portugueses e de vários países da Europa e do continente americano.
Publicada pelo Círculo de Leitores, a obra, com uma tiragem de 10 mil exemplares por volume, foi coordenada por José Eduardo Franco e Pedro Calafate, da Universidade de Lisboa, tendo contado com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa como mecenas principal.
«Foi possível colmatar uma grave lacuna da nossa cultura, disponibilizando ao grande público toda a obra do maior orador português de todos os tempos, cujos textos ainda revelam uma grande atualidade no plano da sua reflexão sobre os Direitos Humanos, a paz, o ecumenismo, a crítica à corrupção, o diagnóstico que faz aos problemas estruturais perenes de Portugal, as soluções que apresenta para tornar o nosso país mais empreendedor, assim como a sua crítica às instituições de bloqueio do nosso progresso, como o caso da Inquisição», sublinha a nota de imprensa.
Os últimos títulos da “Obra completa” são “Sermões e discursos vários” (coordenação de Fernando Cristóvão), “Escritos sobre os judeus e a Inquisição” (Guilherme d'Oliveira Martins, José Pedro Paiva, Joana Balsa Pinho) e “Poesia e teatro” (João Bortolanza).
O tomo I da coleção, dedicado à epistolografia, é composto por cinco volumes: divididos em cartas diplomáticas, missionárias, de Roma, de Lisboa e Baía, e políticas.
Os 15 volumes do segundo tomo (“Parenética”) têm os seguintes títulos: “Sermões do Advento e Natal”, “Sermões da Quaresma”, “Sermões da Quaresma e Semana Santa”, “Sermões da Páscoa e Pentecostes”, “Sermões Eucarísticos”, “Sermões de Nossa Senhora”, “Sermões do Rosário – Rosa Mística”, “Sermões dos Santos”, “Sermões de São Francisco Xavier”, “Sermões políticos”, “Sermões fúnebres” e “Sermões e discursos vários”.
“Profética” é o tema do tomo III, com “História do futuro”, “Defesa perante a Inquisição”, “Apologia das coisas profetizadas”, “Autos do processo da Inquisição” e “A chave dos profetas (dois volumes, divididos em três livros).
“Escritos Políticos”, “Escritos Sobre os judeus”, “Escritos Sobre os índios”, e “Poesia e Teatro” constituem os temas do tomo IV.

Rui Jorge Martins 
Fonte: http://www.snpcultura.org/dicionario_multimedia_e_traducao_doze_linguas_padre_antonio_vieira.html

UPF divulga candidatos classificados no processo de transferência e reingresso

Período de transferência continua aberto até 27 de fevereiro de 2015

A Vice-Reitoria de Graduação da Universidade de Passo Fundo (UPF) torna pública a relação de candidatos classificados no processo de transferência e reingresso que fizeram as solicitações até o dia 06 de dezembro. Os candidatos devem entregar documentação na Central de Atendimento ao Aluno da UPF ou nas secretarias dos campi Carazinho, Casca, Lagoa Vermelha, Palmeira das Missões, Sarandi ou Soledade. As matrículas serão realizadas de 12 a 20 de janeiro de 2015.

O período de transferência continua aberto até 27 de fevereiro de 2015. O acadêmico que encaminhar a solicitação até o início de janeiro de 2015 e tiver o pedido deferido pela coordenação do curso, fará a matrícula no período regular.

Documentação
Para a transferência, é necessário apresentar histórico escolar original e atualizado da instituição de origem, com as notas e a carga horária; comprovante do desempenho no vestibular; atestado de vínculo ou situação regular para transferência; comprovante da situação no Enade; ementas das disciplinas cursadas e matriculadas no semestre em curso; Regulamento do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar adotado pela instituição de origem; histórico do ensino médio; cópias do RG, certidão de nascimento ou de casamento, título de eleitor, CPF, documento militar e comprovante de residência.


Para reingresso, basta apresentar cópia do histórico do curso de graduação e do diploma do curso superior, ementas das disciplinas cursadas, cópias do RG, CPF, certidão de nascimento ou de casamento, título de eleitor, documento militar e comprovante de residência.

Benefícios
A UPF oferece uma série de benefícios financeiros para facilitar o acesso ao ensino superior. Os ingressantes na UPF via Transferência e Reingresso contam com desconto de 30% no valor da matrícula; além disso, os egressos da Instituição que se matricularem em um novo curso de graduação terão desconto de 10% no valor das mensalidades. Outra vantagem é o Fies pré-aprovado para alunos de Transferência e Reingresso. A Universidade disponibiliza bolsas para alguns cursos, como a Bolsa Auxílio 25% e a Bolsa FUPF. Esses benefícios, bem como outras informações, estão detalhados no edital disponível no site www.upf.br, link Editais.


Confira abaixo a relação dos candidatos classificados para transferência e para reingresso:

1 - 20142_relacao__candidatos_aprovados_transferencia.pdf

2 - 20142_relacao_candidatos_aprovados_reingresso.pdf

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Resultado da Seleção de Ingresso - Turma 2015/01 - Mestrado

O Programa de Pós-Graduação em História (PPGH), da Universidade de Passo Fundo (UPF), torna pública o resultado do processo seletivo do curso de Mestrado, turma 2015/01

ALINE PERUZZO
ARIANE FERNANDA GISI
CARLA APARECIDA RIGO
DANIEL MARIN
DÉBORA NUNES DE SÁ
DOMINGOS ROQUE PAVAN
ELIANE TOFFOLO
FERNANDO ARNOLD LORENZON
GILBERTO ANTONIO BERNARDI JUNIOR
JULIA DE OLIVEIRA BENDER
MÁRCIA LUZIA FREITAG WOLFARTH
TATIANY MORETTO
TIAGO ARCEGO DA SILVA

Os candidatos aprovados deverão mandar um email para o pghis@upf.br, com a pré-matrícula (reserva das disciplinas para 2015/01) até dia 09/01/2014.

Calendário Acadêmico História/UPF 2015


JANEIRO
01 - Confraternização Universal – feriado nacional
12 - Início do período para protocolar pedido de disciplina em concomitância, disciplina em Regime Especial de Estudo e matrícula para convalidação de disciplina extinta
13 a 21 - Período de rematrícula para os cursos de graduação em regime regular (conforme cronograma de cada curso)
20 - Início das férias docentes
24 - Dia do município de Carazinho – feriado municipal
28 - Início do período para ajuste de matrícula para os cursos de graduação


FEVEREIRO
10 - Início do período para aditamento do Fies
16 e 17 - Carnaval – feriado
18 - Início do período para protocolar pedido de aproveitamento de conhecimentos
18- Término das férias docentes
19 e 20 - Atividades administrativo-pedagógicas
23 - Aula Magna para os docentes da UPF
23 - Início do período de inscrições para o Programa de Auxílio Permanência ao Aluno Prouni UPF – 1º semestre
24 - Início do período letivo para os cursos de graduação em regime regular – 2015/1
24 e 25 - Integração acadêmica – recepção aos calouros
25 – Reunião com professores de Estágio do Curso de História da UPF (16 hs)
26 – Reunião PPGH -14h
27 - Término do período para protocolar pedidos de: reopção de curso, de campus ou de turma e matrícula em disciplina isolada
28 - Dia do município de Casca – feriado municipal


MARÇO
02 - Término do período para protocolar aproveitamento de estudos para ingressantes do vestibular 2015/1
02- Início do período de inscrições para o Programa de Apoio Institucional a Discentes de Extensão e Assuntos Comunitários (bolsa Paidex)
02 a 13 - Período de matrículas nos programas de Pós-Graduação Stricto Sensu (mestrado e doutorado)
04 – Seminário de Estágios do Curso de História (obrigatório para níveis VI e VII)
07 - Término das inscrições e início do Curso de Formação de Guias de Visitação do Cemitério Vera Cruz
08 - Término do período de inscrições para o Programa de Auxílio Permanência ao Aluno Prouni UPF – 1º semestre
11 – Reunião do Colegiado do Curso de História (14 hs)
11 – Reunião do Núcleo Docente Estruturante do Curso de História (17 hs)
11 - Colação de grau de gabinete - formandos 2014.2
11 - Término do período para regularização de matrículas em situações especiais, pedidos de disciplina em concomitância e disciplina em Regime Especial de Estudo e matrícula para convalidação de disciplina extinta.
11 - Término do período para ajuste de matrícula para os cursos de graduação
11 - Término do período para protocolar pedido de aproveitamento de conhecimentos para alunos ingressantes do vestibular 2015/1
12 – Início das aulas PPGH
12 - Integração Acadêmica Curso de História e PPGH  (19:30h - Auditório da FEAC)
18 – Aula Inaugural IFCH - conferência com o tema “A atualidade do conceito de indústria cultural e do seu significado crítico”, será proferida pelo Prof. Dr. Rodrigo Antônio de Paiva Duarte, Pró-reitor de Pós-Graduação, da Universidade Federal de Minas Gerais (Centro de Eventos - 19:30h)
19 – Reunião com os representantes discentes do Curso de História (21 hs)
20 - Término do período de inscrições para o Programa de Apoio Institucional a Discentes de Extensão e Assuntos Comunitários (bolsa Paidex)
23 - Início do período para postulação de formatura para 2015/1
28 - Início do curso de extensão "Inovações metodológicas na Educação Básica"
10 e 25 - Curso de Iniciação à Universidade (Módulo I)
10 a 31 - Período de inscrições para provas de comprovação de competência em Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Informática Básica


ABRIL
01 – Lançamento da 4ª. temporada  do Programa Momento Patrimônio e do III volume da coletânea Momento Patrimônio (19 h - Na UPFTV)
01 a 30 - Período de inscrições para o Exame de Proficiência em Leitura em Língua Estrangeira (nível stricto sensu)
02 a 04 - Páscoa – feriado acadêmico
03 – Início da 4ª. temporada  do Programa Momento Patrimônio na UPFTV
06 – Início das inscrições para a Seleção de Mestrado e Doutorado PPGH
09 a 29 - Curso de Iniciação à Universidade (Módulo II)
15 – Término do período de inscrições para o Curso de Especialização em Cultural Material e Arqueologia
15 - Realização da prova de comprovação de competência na Leitura de Textos em Língua Portuguesa
16 - Realização da prova de comprovação de competência na Leitura de Textos em Língua Estrangeira
17 - Realização da prova de comprovação de competência no Uso de Ferramentas Básicas de Informática
18 - Curso "Desenvolvimento de HQs", Rita Juliane Tatim e Fill - Chapellet Artes (09-12 hs). Atividade integrante do II Concurso de Quadrinhos AHR - História e Patrimônio
19 – Divulgação dos alunos selecionados para o Curso de Especialização em Cultural Material e Arqueologia
21 - Tiradentes – feriado nacional
30 - Término do período para postulação de formatura de 2015/1


MAIO
01 - Dia do trabalhador - feriado nacional
02 - Recesso Escolar
02 a 30 - Período para efetivar a atualização da Bolsa PROUNI
02 a 30 - Aditamento do PEC - Programa de Crédito Emergencial (1º semestre)
04 - Início da aplicação das provas de disciplinas em Regime Especial de Estudos
05 - Seminário de Avaliação Institucional
06 - Dia do município de Palmeira das Missões – feriado municipal
06  18 - Curso de Iniciação à Universidade (Módulo III)
13 - Exame de Proficiência em Leitura em Língua Estrangeira - Stricto Sensu – 2015/1
13– Reunião do Núcleo Docente Estruturante do Curso de História (17 hs)
15 - Término do período para protocolar pedido de aproveitamento de conhecimentos para alunos que não tenham ingressado em 2015/1
18 - As raízes históricas da violência contra a mulher no Brasil 
25 - Início do processo de autoavaliação dos cursos de graduação e dos alunos formandos (Avaliação Institucional)
26 - Diálogos com Clio - trajetórias de pesquisa. 17 hs
26 e 27 - V Fórum Pró-Saúde


JUNHO
04 - Corpus Christi – feriado nacional
06 - 47 anos da criação da UPF (publicação D.O.U do Decreto 62.835 de 06/06/68)
13 - Dia de Santo Antônio – feriado municipal em Palmeira das Missões e Sarandi
18 - Curso de Iniciação à Universidade (Módulo IV)
20 – 7ª. Copa Simón Bolívar de Futebol Libertador da América - A partir das 14 hs na Associação dos Professores da UPF
24 - Diálogos com Clio - trajetórias de pesquisa. 17 hs
27 - Dia do município de Sarandi – feriado municipal
27 - Término do processo de autoavaliação dos cursos de graduação (Avaliação Institucional)
27 - Término das aulas para as disciplinas do diurno e noturno
29 - Início dos exames para as disciplinas do diurno e noturno
29 e 30 - PPGH: Seleção para Doutorado

 JULHO
01 – Reunião do Núcleo Docente Estruturante do Curso de História (17 hs)
01 - Início do período para protocolar pedidos de: reopção de curso, de campus ou de turma, aproveitamento de estudos e matrícula em disciplina isolada
06 e 07  - PPGH: Seleção para Mestrado
13 – PPGH: Seleção de Bolsas do PPGH
14 - Início do período para protocolar pedido de disciplina em concomitância, disciplina em Regime Especial de Estudo e matrícula para convalidação de disciplina extinta
14 a 22 - Período de rematrícula para os cursos de graduação em regime regular (conforme cronograma de cada curso)3
25 - Término do período para protocolar pedidos de: reopção de curso, de campus ou de turma e matrícula em disciplina isolada
27 - Início do período para ajuste de matrícula para os cursos de graduação
27 - Início do período letivo para os cursos de graduação em regime regular 2015/2.
27 - Início do período de inscrições para o Programa de Auxílio Permanência ao Aluno Prouni UPF – 2º semestre
27 - Início do período para protocolar pedido de aproveitamento de conhecimentos
27 e 28 - Integração acadêmica – recepção aos calouros
31 - Término do processo de autoavaliação dos alunos formandos dos cursos de graduação (Avaliação Institucional)


AGOSTO
01 - Início do período para aditamento do Fies
03 - Diálogos com Clio - trajetórias de pesquisa. 17 hs
03 a 14 - Período de matrículas nos programas de Pós-Graduação Stricto Sensu (mestrado e doutorado)
03 - Término do período para protocolar aproveitamento de estudos para ingressantes do vestibular 2015/2
05 a 16 - MIPAT – Mês Interno de Prevenção de Acidentes de Trabalho
09 - Término do período de inscrições para o Programa de Auxílio Permanência ao Aluno Prouni UPF – 2º semestre
10 - Término do período para protocolar pedido de aproveitamento de conhecimentos para alunos ingressantes do vestibular 2015/2
10 a 31 - Período de inscrições para as provas de comprovação de competência em Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Informática Básica 4
12 – Início aulas PPGH
12– Reunião com os representantes discentes do Curso de História (21 hs)
12 - Término do período para regularização de matrículas em situações especiais e pedidos de disciplina em concomitância, disciplina em Regime Especial de Estudo e matrícula para convalidação de disciplina extinta
12 - Término do período para ajuste de matrícula para os cursos de graduação
11 a 13 - IV Jornada de Extensão do Mercosul
17 a 21 - Semana do Patrimônio
17 - Dia do Patrimônio - Reunião de Trabalho UPF/UFFS/URI e demais IES interessadas. Sala 236 IFCH, 14 h
17 - Diálogos sobre Patrimônio - Prof. Ddo. Eduardo Jordão Knack (PUCRS) - "Patrimônio Histórico e Regimes de Historicidade". Aud, IFCH, 19:30 h
18 - Abertura da Mostra Rede de Memórias - Saguão do IFCH
20 - Início do período para postulação de formatura para 2015/2


SETEMBRO
01 - Diálogos com Clio - trajetórias de pesquisa. 17 hs
01 a 15 - Período de inscrições para atualização, ingresso, permanência no quadro de professor pesquisador da UPF (QPP) para 2016
01 a 30 - Período de inscrições para o Exame de Proficiência em Leitura em Língua Estrangeira (nível stricto sensu)
03 e 04 – Seminário de Estudos - Banda Oriental, Cisplatina e Uruguai (19:30 h - Auditório do CET)
16 - Realização da prova de comprovação de competência na Leitura de Textos em Língua Portuguesa
17 - Realização da prova de comprovação de competência na Leitura de Textos em Língua Estrangeira
18 - Realização da prova de comprovação de competência no Uso de Ferramentas Básicas de Informática
30 - Diálogos com Clio - trajetórias de pesquisa. 17 hs
30 - Início do período para solicitação de ingresso/permanência no Quadro de Professor Extensionista da UPF (QPEx) para o ano de 2016
30 - Término do período para postulação de formatura para 2015/2


OUTUBRO
01 – Início das inscrições para Seleção de Mestrado PPGH
01 - Início da aplicação das provas de disciplinas em Regime Especial de Estudos
01 a 31 - Período para efetivar a atualização da Bolsa PROUNI
01 a 31 - Aditamento do PEC - Programa de Crédito Emergencial (2º semestre)
07 - VI Encontro de Professores da UPF (com dispensa de aulas no turno da noite)
07 - Exame de Proficiência em Leitura em Língua Estrangeira - Stricto Sensu – 2015/2
08 a 14 - Período de matrículas para os alunos dos cursos de lato sensu
12 - Nossa Senhora Aparecida - feriado nacional
13 - Antecipação do feriado do dia do Professor e do Trabalhador em Educação – feriado escolar
17 - Viagem de estudos a Porto Alegre (Arquivos e Museus)
16 - Início das aulas para os alunos dos cursos de lato sensu
26 - Início do processo de autoavaliação dos cursos de graduação e dos alunos formandos (Avaliação Institucional)
20 a 22 - INTERAÇÃO UPF
29 - Diálogos com Clio - trajetórias de pesquisa. 17 hs
30 - Término do período para protocolar pedido de aproveitamento de conhecimentos para alunos que não tenham ingressado em 2015/2
30 - Término do período para solicitação de ingresso/permanência no Quadro de Professor Extensionista da UPF (QPEx) para o ano de 2016


NOVEMBRO
02 - Finados - feriado nacional
07 - Passeio histórico-cultural e fotográfico: Formação de Passo Fundo
16 - Diálogos com Clio - trajetórias de pesquisa. 17 hs
27 - Término do processo de autoavaliação dos cursos de graduação (Avaliação Institucional)


DEZEMBRO
01 - Início do período para protocolar pedidos de: reopção de curso, de campus ou de turma, aproveitamento de estudos e matrícula em disciplina isolada
05 - Término das aulas para as disciplinas do diurno e noturno
07 - Início dos exames para as disciplinas do diurno e noturno
08 - Dia de Nossa Senhora da Conceição – feriado municipal em Passo Fundo
31 - Término do processo de autoavaliação dos alunos formandos dos cursos de graduação (Avaliação Institucional)