terça-feira, 31 de julho de 2012

UPFTV apresenta série de reportagens sobre o Pibid/Capes




Entender a Linguagem como prática social, como aplicar os conceitos de Química e a Física no dia-a-dia, mostrar que a Matemática é muito mais que uma ciência exata, confeccionar materiais pedagógicos para crianças da Educação Infantil. Esses são apenas alguns exemplos de atividades realizadas pela Universidade de Passo Fundo (UPF) por meio do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência da Capes (Pibid/Capes), junto ao Ministério da Educação.

A UPF atua no Pibid/Capes desde 2010. Nos dois primeiros anos, o programa contou com cinco áreas: Letras, Matemática, Química, Física e Pedagogia. A partir de agosto de 2012, o programa passa a ser oferecido para todas as licenciaturas da UPF, contando então com 15 subprojetos.

A UPFTV, canal 4 na TV aberta e 8 na TV a cabo de Passo Fundo, apresentam nesta semana, em seu telejornal diário uma série de 5 reportagens sobre essas atividades pedagógicas desenvolvidas pela UPF.

As edições do Canal de Notícias vão ao ar às 12h30min e às 19h30min. Assista aqui à primeira reportagem.




Uma nova seleção PIBID-História será realizada em breve. Temos 16 vagas para bolsistas remunerados, com trabalho no turno vespertino de 20 horas semanais. Para mais informações sobre o projeto clique aqui.


Para se inscrever veja o edital clicando aqui.
Período de inscrições: 30 de julho a 03 de agosto.

Angola em debate



Uma atividade inusitada foi promovida neste retorno às aulas. Os acadêmicos de História da UPF participaram de um debate com os professores Israel J. Massuanganhe e Carlos Teixeira, de Angola, que estão na UPF para oficializar um convênio internacional com o Programa de Pós-Graduação em História (PPGH), derivado da parceria dos professores com a docente Janaína Rigo Santin. O debate foi conduzido pelo professor Adelar Heinsfeld e teve como tema Angola: passado e presente.

Curso de capacitação em ICA-Atom






Nesta segunda-feira, 30 de julho, as equipes de funcionários e estagiários do Arquivo Histórico Regional (AHR), Museu Histórico Regional (MHR), Arquivo Central e Museu de Artes Visuais Ruth Schneider (MAVRS) participaram de um curso de capacitação para a utilização do software de descrição arquivística ICA-Atom (Conselho Internacional de Arquivos - Acesso à Memória).

O curso foi ministrado por Neiva Pavezi, arquivista da Universidade Federal de Santa Maria e Mestre em Patrimônio Cultural pela UFSM. A ministrante atuou como consultora na implantação de sistemas de informação em várias empresas da Região Sul, e também como instrutora do Curso de Organização de Arquivos Correntes, de 1994 a 1999. Também é responsável pelas atividades do projeto de extensão A preservação do patrimônio cultural regional de Santa Maria na produção de instrumentos de pesquisa arquivísticos, financiado pelo Proext 2010. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Gestão Eletrônica de Documentos Arquivísticos - GED(A)/UFSM.

Entre os destaques do software ICA-Atom, programa criado há poucos anos e atualizado constantemente muito em função da adoção do mesmo pelas instituições e da adequação a novas demandas, elencamos:
  • É um software livre de descrição arquivística que foi elaborado pelo Conselho Internacional de Arquivos - CIA. 
  • É definido como “uma base de dados em ambiente web, com aplicação de fontes de informação aberta para uso das normas de descrição em um ambiente multi-línguas e multi-repositório”. 
  • É um software de controle de informações descritivas para a plataforma web. 
  • É financiado e/ou apoiado por diversas instituições interessadas na automação da recuperação da informação em instituições de custódia de documentação arquivística, tais como a UNESCO, a World Bank Library and Archives Development, French Archives Directorate. 
  • Pode ser usado por uma única Instituição para a sua própria descrição ou pode ser definido como um multi-depósitos "lista de união" aceitando descrições de qualquer número de Instituições. 
  • É construído com base nas normas de descrição do Conselho Internacional de Arquivos (ICA):  Norma Internacional de Descrição Arquivística geral (ISAD) - 2 ª edição, 1999; Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística (Entidades Coletivas, Pessoas, Famílias) (ISAAR) - 2 ª edição, 2003; Norma Internacional para Descrição de Instituições Arquivísticas (ISDIAH) - 1 ª edição, Março de 2008; Norma Internacional para Descrição de Funções (ISDF) - 1 ª edição, Maio de 2007; todas essas normas estão disponíveis em: http://conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm
  • Ainda, foi projetado para ser flexível o suficiente para a adaptação a outras normas e/ou padrões descritivos.
O curso foi capitaneado pelo Arquivo Histórico Regional em função da adoção do software para a descrição arquivística de seu acervo - processo que será iniciado em breve e que terá, com tal ferramenta, disponibilização de pesquisa online e facilidades de busca por temas chave e referências de autoridade pelos usuários.

30 de julho de 1932: Eleições na Alemanha fortalecem o nazismo e dá início a uma era de terrorismo

30/07/2012 - 11:30 | Enviado por: Lucyanne Mano


"O resultado do pleito eleitoral realizado na Alemanha demonstra eloquentemente o progresso que fazem no Reich os partidos extremistas, especialmente os que sustentam ideias reacionárias e reivindicações nacionalistas. É supreendente o sucesso da formidável agremiação política chefiada por Adolf Hitler, nas duas últimas eleições para renovação do Reichstag..." Jornal do Brasil

O incansável e destemido chefe social nacionalista Adolf Hitler e seus dedicados auxiliares conseguiram dominar o eleitorado alemão e conquistaram o poder em diversos estados germânicos. E de posse da liderança no Reichstag, aciirou ainda mais a disputa elo poder com os grupos moderados.

Para continuar lendo clique aqui.
Fonte: JBlog

domingo, 29 de julho de 2012

Teatro e História - A máscara de Taré





No próximo dia 24 de agosto o grupo teatral A turma do Dionísio apresentará o espetáculo A máscara de Taré, peça que aborda os índios guaranis que viveram na região das missões riograndenses. O projeto foi contemplado com o Prêmio Procultura de Estímulo ao Circo, Dança e Teatro de 2010, promovido pela FUNARTE. A proposta tem texto e direção de Jerson Fontana e agrega, para além da peça, atividades pedagógicas englobadas no Projeto A Máscara de Taré: Teatro, oficinas, palestras.


Nos períodos matutino e vespertino do dia 24 serão realizadas oficinas de teatro no IFCH/UPF - para informações e inscrições 3316-8336 ou chistoria@upf.br.


A peça será encenada no Teatro Municipal Múcio de Castro, de Passo Fundo, a partir das 20 horas e, depois da apresentação, o público participará de um debate com A turma do Dionísio.


A MÁSCARA DE TARÉ - espetáculo sobre as Missões Jesuítico-Guarani construídas nos séculos XVII e XVIII no sul da América. Na peça, Taré é um menino índio que vive nos dias atuais e vê, através de uma máscara, os principais acontecimentos da história de seu povo: a vida dos índios; a chegada dos padres jesuítas; a fundação das Reduções; o Tratado de Madri (1750); a Guerra Guaranítica.


Vagas limitadas, para garantir sua participação no Teatro é imprescindível a retirada do ingresso na Coordenação do Curso de História.


Visite o blog da turma do Dionísio clicando aqui.


Promoção: Curso de História da UPF

Reabre museu que recorda colega teuto-brasileiro de Darwin

FRANCIELE CARDOSO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM BLUMENAU



Depois de quase quatro anos fechado, o Museu de Ecologia Fritz Müller finalmente voltou a receber visitantes em Blumenau (SC).

A casa onde funciona o museu sofreu com as fortes chuvas que atingiram a região em 2008 e que causaram deslizamentos no terreno. Os pilares da construção, erguida em 1852, ficaram expostos, e o museu foi fechado.

Prefeitura Municipal de Blumenau/Divulgação
Fachada do Museu de Ecologia Fritz Müller, em Blumenau, SC, reaberto em junho depois de 4 anos fechado. O museu foi atingido pelas fortes chuvas de 2008. A casa, do século 19, teve problemas na sua estrutura. Crédito: Divulgação/Prefeitura Municipal de Blumenau <M> ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***</M>
Fachada do Museu de Ecologia Fritz Müller, em Blumenau, SC, reaberto depois de 4 anos fechado.
Com um investimento de R$ 80 mil, que incluiu aterramento e paisagismo, o prédio foi recuperado e pode receber de novo o material das exposições, que tinha sido levado para as casas de funcionários.

Mas ainda faltam reparos, principalmente no assoalho, que cedeu alguns centímetros. Um muro terá de ser refeito, a fiação elétrica precisa ser trocada e algumas coleções serão recuperadas.

A bióloga que trabalha no museu, Mabeli Espindola, afirma que já prepara um projeto para fazer uma revitalização completa. A ideia é ter ajuda de universidades públicas e da iniciativa privada para a tarefa.

O museu leva o nome do naturalista alemão Friedrich Theodor Müller. Ele se mudou para o Brasil e se instalou em Blumenau em 1852, aos 30 anos, para pesquisar a fauna e a flora do país.

Enquanto morou por aqui, Müller se correspondeu com cientistas importantes, entre eles Charles Darwin. O trabalho dele trouxe apoio empírico para a teoria da evolução.

A casa que abriga o museu foi a residência de Müller por cerca de 20 anos. Em 1936, o imóvel foi desapropriado para dar lugar ao Museu de Ecologia, onde estão relíquias doadas por parentes do naturalista, como um microscópio e um relógio de parede.

No museu, há seis salas que caracterizam os estudos realizados por Fritz Müller. Entre as peças, estão fósseis e ossos de espécies em extinção no bioma da mata atlântica e até lanças e utensílios indígenas da tribo xokleng, originárias do vale do Itajaí.

Mas nem tudo está em Blumenau. Parte das coleções e pesquisas de Müller está no Museu Nacional da UFRJ, no Rio de Janeiro. Os originais de poesias estão espalhados em museus pelo mundo.

Fonte: Folha

Arqueólogos encontram barca funerária da 1ª dinastia faraônica no Egito


Uma equipe de arqueólogos encontrou no Egito uma barca funerária de madeira que possivelmente teria sido usada durante a era do rei Den, na primeira dinastia faraônica, em torno do ano 3.000 a.C., informou nesta quarta-feira o Ministério egípcio de Antiguidades.
Em comunicado, o ministro Mohammed Ibrahim destacou que a barca se encontra em bom estado e foi achada na zona arqueológica de Abu Rauash, situada na província de Guiza, ao oeste da capital Cairo.
Ibrahim precisou que uma delegação do Instituto Cientista francês de Antiguidades Orientais estava escavando o lugar no momento em que descobriu alguns vestígios da barca, concretamente 11 tábuas de madeira, cada uma com 6 metros de comprimento e 1,5 de largura.
Ministério de Antiguidades do Egito/France Presse

Arqueólogo trabalha na identificação do esqueleto do barco funerário no sítio de Abu Rawash
Arqueólogo trabalha na identificação do esqueleto do barco funerário no sítio de Abu Rawash

Estas peças arqueológicas foram transferidas ao centro de reabilitação do Grande Museu egípcio, onde serão tratadas para garantir sua conservação. Posteriormente, elas deverão ser expostas no Museu Nacional da Civilização Egípcia, na sala dedicada ao Rio Nilo.
Um responsável deste Museu, Hussein Abdel Basir, assegurou que a embarcação achada era do tipo funerário, que eram colocadas ao lado dos túmulos das pessoas para que estas pudessem utilizá-la em outro mundo.
Este mesmo tipo de embarcação já foi encontrada próxima às tumbas dos faraós, que também acreditavam que as mesmas poderiam ser usadas em uma nova vida.
Em fevereiro, arqueólogos iniciaram os trabalhos para extrair centenas de peças de madeira da segunda barca solar do mais poderoso dos faraós egípcios, Keops (2609-2584 a.C.), pertencente à quarta dinastia faraônica.

Fonte: Folha

1960: Lançamento do programa Apollo


No dia 29 de julho de 1960, a Nasa divulgou o programa espacial Apollo, que em 1969 levaria o primeiro ser humano à Lua.
Nove anos após seu lançamento, programa levou os primeiros astronautas à Lua
A antiga União Soviética foi a primeira nação do mundo a obter sucesso no lançamento de satélites artificiais e sondas espaciais. Em 1957, lançou o Sputnik, o primeiro satélite artificial da Terra.
Os sinais radiofônicos enviados pelo Sputnik podiam ser captados em todo o planeta, mas em uma nação essa recepção causava um certo desconforto: nos Estados Unidos. A nação tão orgulhosa de sua supremacia tecnológica via-se relegada a um mero segundo lugar na corrida espacial.
A resposta dos EUA só foi anunciada três anos depois, em 29 de julho de 1960, em Washington, numa conferência da Nasa. No encontro, a agência espacial norte-americana apresentou o Apollo, um programa de dez anos que tinha por objetivo garantir a liderança dos Estados Unidos na corrida espacial.
Origem mitológica
Segundo a mitologia grega, Apolo, filho de Zeus e de Leto, irmão gêmeo de Artemis, era idolatrado principalmente como deus da luz e do sol. Foi Apolo que, em carruagem de ouro, pôs o disco solar no firmamento. Quem deu o nome Programa Apollo ao ambicioso projeto norte-americano foi o executivo da Nasa T. Keith Glennan.
Mas a denominação, sonora em si, não garantia o sucesso do projeto. A Nasa precisava, sobretudo, de muito dinheiro.
Entusiasmado com a ideia de transformar os EUA na nação líder na corrida espacial, o presidente John F. Kennedy apoiou o programa sem restrições. Em discurso no Congresso, a 25 de julho de 1961, disse: "É chegada a hora de empreender esforços maiores. É tempo de um novo empreendimento americano. Está na hora de esta nação assumir a liderança na pesquisa espacial."
Em princípio, a Nasa havia previsto o envio do primeiro homem à Lua para bem depois de 1970. Mas isso não interessava ao presidente. Ele sabia que era mais fácil convencer o Congresso e a opinião pública se lhes fosse apresentada uma grande e impressionante meta.
Arbitrariamente, ele mudou o cronograma do projeto e exigiu que a Nasa realizasse um pouso na Lua ainda antes de 1970. "Acredito que esta nação deve ser comprometer a mandar um homem à Lua ainda nesta década e trazê-lo de volta com segurança", disse.
Kennedy também apelou ao orgulho patriótico dos congressistas. "Nenhum outro projeto espacial desta época será mais impressionante para a humanidade e mais importante para a pesquisa do universo do que este. E nenhum outro é de realização tão difícil e dispendiosa." O Congresso aprovou a liberação dos recursos necessários e a tarefa nacional foi realizada num esforço extraordinário.
Pequenos grandes passos
O Programa Apollo, no entanto, começou com um fracasso. Em 27 de janeiro 1967, um curto-circuito incendiou o módulo de comando da Apollo 1, durante um teste na plataforma de lançamento do Cabo Canaveral, na Flórida. No acidente, morreram os astronautas Virgil "Gus" Grissom, Ed White e Roger Chaffee.
O desastre foi seguido por uma série de sucessos. A Apollo 7 conseguiu fazer um teste de voo de onze dias, em 1968. Em dezembro do mesmo ano, a primeira missão espacial tripulada dos EUA deu a volta na Lua a bordo da Apollo 8. Na primavera européia de 1969, o módulo de aterrissagem foi testado pelas missões Apollo 9 e 10.
O programa espacial dos EUA chegou ao seu auge a 20 de julho de 1969. A Apollo 11 levou o primeiro homem a pisar na Lua. "É um pequeno passo para um homem, mas um salto para a humanidade", disse o astronauta Neil Armstrong, ao desembarcar do módulo Eagle. Ele e Edwin "Buzz" Aldrin fincaram a bandeira dos EUA e permaneceram na superfície lunar por 21 horas, coletando amostras de rochas e poeira.
Com isso, a Nasa cumpriu a promessa feita nove anos antes pelo presidente Kennedy, de levar os americanos à Lua ainda naquela década. O anúncio do Programa Apollo, a 29 de julho de 1960, foi o primeiro de uma série de passos que representaram um grande salto para a humanidade.
  • Autor Dirk-Ulrich Kaufmann (gh)
  • Fonte: DW-World

sábado, 28 de julho de 2012

Matrículas em disciplinas isoladas - PPGH


A DISCIPLINA ISOLADA  tem objetivo de contemplar os alunos especiais  que não ingressaram no Programa através de processo seletivo.  A possibilidade de matrícula em alguma disciplina, como aluno especial, depende da existência de vaga.

Os créditos cursados em DISCIPLINA ISOLADA  poderão ser aproveitados após o ingresso regular no Programa. Para inscrição o aluno deverá protocolar solicitação junto à secretaria do PPGH ou na Central de Atendimento Aluno  (CAA), anexando os seguintes documentos:
  • Formulário de inscrição para aluno especial; Clique aqui
  • Cópia da Carteira de identidade(somente para quem não é egresso da UPF)
  • Cópia do CPF;(somente para quem não é egresso da UPF)
  • Cópia do Diploma de graduação.(somente para quem não é egresso da UPF)
Início das aulas no semestre 2012/02 dia 09/08/2012 




DISCIPLINAS

Seminário especial: política e cultura III
Professor a confirmar
Quinta-feira - matutino

História das instituições político-jurídicas
Profa. Janaína Rigo Santin
Quinta-feira - vespertino

História e região
Profa. Ana Luiza Setti Reckziegel
Quinta-feira - vespertino

História e cultura
Profa. Gizele Zanotto
Quinta-feira - noturno

Seminário especial: espaço, economia e sociedade III
Professor a confirmar
Sexta-feira - matutino

Movimentos migratórios II
Profa. Rosane Márcia Neumann
Sexta-feira - vespertino

Estágio de Docência I e II
Profa. Ironita Policarpo Machado
Sexta-feira - vespertino

domingo, 22 de julho de 2012

1986: Supressão do castigo físico nas escolas inglesas


No dia 22 de julho de 1986, a Grã-Bretanha foi o último país da Europa a banir as surras como castigo nas escolas. A suspensão vinha sendo exigida há tempos pelos professores, mas era sempre rejeitada pelos políticos conservadores, que temiam o colapso total do sistema disciplinar.
A surra fazia parte da educação
"Quem poupa a vara, detesta seu filho, quem o ama, porém, castiga-o com freqüência, para que ele se alegre com isso mais tarde". Durante muito tempo, o sistema de ensino se orientou por este conselho do Velho Testamento.
Todos estavam firmemente convencidos de que uma boa surra simplesmente fazia parte da educação. Mais de dois mil anos mais tarde, o Parlamento britânico discutia se não estava na hora de abandonar este recurso pedagógico ancestral.
"Valioso instrumento"
Chris Patten, do Ministério da Educação, era contra a supressão: "Os castigos físicos são considerados um valioso instrumento disciplinar por muitos educadores renomados e responsáveis. Não devemos levianamente privá-los deste instrumento. A abolição das punições representa um enfraquecimento da posição dos professores, e isto é a última coisa que desejamos, nestes tempos em que a falta de disciplina nas escolas torna-se cada vez mais um problema."
O próprio ministro da Educação da época, Kenneth Baker, partilhava desta opinião. Porém, como nem todos os Tories eram a favor de que os professores continuassem espancando os alunos, o partido deixou a decisão a cargo de cada representante.
Castigo desumano
O Labour, por sua vez, sabia que, mesmo fechando-se em bloco, seus 219 votos não bastariam para fazer passar a medida. Por isso se empenhou em convencer ao menos parte dos conservadores.
Os argumentos do Partido Trabalhista tinham cunho tanto moral como prático: por um lado, consideravam as sovas como um castigo desumano, que rebaixava o espancado e o espancador. Por outro, não havia provas para a tese dos conservadores de que seria impossível manter a disciplina nas escolas sem punição física. Nenhuma das instituições que suprimira a vara de espancar fora forçada a reintroduzi-la, por problemas disciplinares.
"Instrumento pedagógico"
Segundo a pedagoga e autora Katharina Rutschsky, deixar de bater nas crianças não é uma questão de progresso moral da Humanidade. Por um lado, as circunstâncias externas mudaram, por outro, simplesmente constatou-se que o amor e a simpatia podem ser muito mais eficientes do que as pancadas, além de serem mais agradáveis de aplicar, como método de disciplina. A mera demonstração de poder físico, ou a coerção por meio dela, são métodos extremamente primitivos de manipulação humana.
O debate no Parlamento inglês durou quatro horas. Por fim, a vara foi banida das escolas por apenas 231 votos contra 230. Assim, a Grã-Bretanha finalmente se alinhou ao resto dos países europeus: todo educador que recorresse à violência como instrumento pedagógico era agora passível de ser processado. No entanto, isso só se aplicou, de ínício, ao ensino público. As escolas particulares se agarraram até o início de 1998 àquela relíquia da "boa" educação tradicional.
  • Autor Rachel Gessat (av)
  • Fonte: DW-World

sábado, 21 de julho de 2012

A riqueza do acervo AHR


Últimos dias para Transferência e Reingresso


Pedidos podem ser feitos até o dia 27 de julho. Uma série de vantagens é oferecida para quem deseja voltar a estudar


Foto: Reprodução
A Universidade de Passo Fundo (UPF) encera no próximo dia 27 de julho o período para encaminhamento de Transferência, Reingresso, Disciplina isolada e Reabertura de matrícula. Além de possibilitar o ingresso de forma rápida, a instituição também oferece uma séria de vantagens para o aluno que deseja voltar aos bancos acadêmicos.

Quem solicitar transferência, reingresso ou reabertura de matrícula poderá inscrever-se no Programa Emergencial de Crédito (PEC), com 50% de financiamento, a partir da segunda mensalidade. Para o cadastramento no PEC, o interessado deverá, por meio da matrícula, confirmar a transferência, o reingresso ou a reabertura de matrícula. Após, deverá preencher ficha própria de inscrição, informando os dados exigidos e suas respectivas garantias. A ficha deverá ser protocolada e enviada ao Comitê de Negociações para análise e posterior parecer. O aluno também poderá se inscrever no Programa de Bolsa FUPF (50%) e no FIES do saldo, desde que os benefícios estejam previstos para os cursos, e que sejam atendidos os requisitos do edital da Bolsa FUPF do Vestibular 2012/2, disponível no site vestibular.upf.br, sem acumular o financiamento do PEC. Os alunos contemplados com qualquer um dos benefícios deverão se matricular em um mínimo de 12 créditos.

Diversas possibilidades de ingresso
A Transferência é a solicitação de vaga para curso da UPF idêntico ou afim, feita por aluno de outra instituição de Ensino Superior autorizada ou reconhecida nos termos da legislação vigente do país, condicionada à existência de vaga, às adaptações curriculares exigidas e ao processo seletivo, quando for o caso. A solicitação deve ser feita na Central de Atendimento ao Aluno, Campus I, ou nas secretarias dos campi na data prevista no calendário acadêmico.

Reabertura de matrícula
É o pedido de retorno ao curso após um período de trancamento. Estará sujeito à existência de vaga nas disciplinas a serem cursadas, adaptações curriculares e cumprimentos dos prazos previstos para a integralização do referido currículo. A solicitação é feita na Central de Atendimento ao Aluno, Campus I, ou nas secretarias dos campi. Na reabertura de matrícula o aluno fica sujeito às alterações da grade curricular que tenham ocorrido no curso, conforme determinação da legislação federal e da instituição.

Transferência com Prouni
A UPF também oferece a opção de transferência pelo Programa Universidade para Todos, o Prouni. O edital que regulamenta o processo já foi divulgado e pode ser visualizado no site www.upf.br ou no site do Vestibular http://vestibular.upf.br.

Reingresso
É a solicitação de vaga feita por portador de diploma de curso superior, condicionada à existência das mesmas, às adaptações curriculares exigidas e ao processo seletivo, quando for o caso.

Reabertura com Reopção de Curso
É o pedido de reativação do vínculo acadêmico, mediante vaga em outro curso solicitado.

Informações pelo e-mail informacoes@upf.br ou pelo telefone (54) 3316-7000.


1960: Nomeada primeira chefe de governo no mundo


No dia 21 de julho de 1960, pela primeira vez na história, uma mulher foi nomeada chefe de um governo, através de uma eleição livre. Com 44 anos de idade, Sirimavo Bandaranaike ocupou o cargo de premiê do Ceilão, atual Sri Lanka, com um mandato de cinco anos.
Bandaranaike venceu as eleições no então Ceilão em 1960
O Sri Lanka é uma das mais belas ilhas do Oceano Índico e o maior produtor mundial de chá. Seu nome significa "ilha resplandecente". A natureza abençoou este pequeno país com todos os atributos de um paraíso tropical. No entanto, os seus habitantes viveram por muito tempo longe da paz paradisíaca, pois desde 1956 os grupos étnicos dos cingaleses e dos tâmeis travaram uma sangrenta guerra civil que durou 25 anos.
Assim, política nunca foi uma profissão fácil no Sri Lanka. E Sirimavo Bandaranaike sabia disto por experiência própria: em 26 de setembro de 1959, seu marido, o então primeiro-ministro Solomon Bandaranaike, fora assassinado a tiros diante de seus olhos. Este atentado praticado por um monge budista modificou radicalmente a vida da filha de latifundiário: Sirimavo assumiu a liderança do Partido Liberal e candidatou-se para a sucessão do marido.
Em pouco tempo, ficou conhecida mundialmente como a "viúva chorosa", devido a seus assomos de emoção e lágrimas. Sirimavo contava 44 anos, havia sido educada em colégio de freiras, na melhor tradição da etiqueta colonial britânica, e meticulosamente treinada para o papel de esposa modelo. Porém, apesar da total inexperiência política, ela tinha, segundo uma nota biográfica, uma meta clara: "Demonstrar ao mundo que a mulher é melhor governante do que o homem".
Postura autoritária e prepotente
Ela venceu as eleições de 1960, em coligação com os partidos comunistas, tornando-se a primeira mulher do mundo à frente do governo de um país. Porém, contrariando as expectativas, Bandaranaike não adotou o curso da reconciliação e aplainamento das injustiças, mas sim impôs um tom polarizador e uma postura autoritária e prepotente.
Durante os cinco anos seguintes, manobrou os destinos do Sri Lanka em direção do socialismo, numa política de contradições: a estatização rigorosa lado a lado com velhas estruturas de apadrinhamento e favoritismo. Dificuldades econômicas crescentes e as críticas a seu estilo antidemocrático de governo levaram à deposição de Sirimavo em 1965.
Mas, em 1970, ela conseguiu reeleger-se, encabeçando o governo cingalês durante mais sete anos, além de assumir os ministérios das Relações Exteriores e da Defesa. Tamanho acúmulo de poder acabou por precipitar sua queda.
Em 1980, uma comissão especial de três juízes condenou Bandaranaike por abuso de poder, cassando-lhe os direitos civis. Após sua reabilitação, ela retornou à política, continuando a geri-la como se fosse um negócio de família. Em 1995, sua filha Chandrika Kumaratunga assumiu a presidência do Sri Lanka, tendo sido reeleita em 1999. Sirimavo faleceu aos 84 anos de idade em 10 de outubro de 2000, após ter ocupado o cargo de primeira-ministra do Sri Lanka por três vezes.
  • Autor Rüdiger Siebert (av)
  • Fonte: DW-World

20 de julho de 1973: O centenário de Santos Dumont

20/07/2012 - 11:30 | Enviado por: Lucyanne Mano


No centenário
de nascimento
de Santos Dumont,
o Jornal do Brasil
relembrou o talento
do inventor,
cujos serviços
prestados à pátria
e à humanidade
trouxeram-lhe
um prestígio internacional
que poucos brasileiros,
em todos os tempos,
conseguiram alcançar.

O espírito inventivo do mineiro Santos Dumont lançou-o em vôos jamais experimentados pelo homem, buscando reunir as facilidades da navegação aérea para aproximar as distâncias entre os povos do mundo. Além de dominar a técnica dos dirigíveis, e de inventar aeroplanos de diversas modalidades, criou outra máquina que serviria à posteridade: o relógio de pulso. De sua imaginação sem fim vieram também o salva-vidas, o chuveiro aquecido a álcool, entre outras peripércias.

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Fonte: JBlog

Brasil e Paraguai


Com Fernando Lugo, perdeu um governo progressista que falava muito e concedia nada, à imagem e semelhança do petismo brasileiro, em seus melhores momentos. A desculpa do luguismo para tamanha inatividade social era o parlamento de direita que, alinhado aos USA, não reconhecia a China; mantinha relações estreitas com Israel; cedia base militar aos estadunidenses e, sobretudo, vetava o ingresso da Venezuela ao MERCOSUL
16/07/2012
Mário Maestri


Fernando Lugo foi deposto, em um vapt-vupt, menos de 24 horas!, pelo parlamento conservador paraguaio, sem que o governo de Dilma Rousseff interpusesse qualquer oposição, como a realizada pela administração Lula da Silva, quando do golpe hondurenho, em 2009, contra Manuel Zelaya. E, se a oposição ao golpe em Honduras era dificultada pela distância daquele país do Brasil, a proximidade geográfica, política, econômica e social do Paraguai permitia ao governo brasileiro garantir sobrevida ao governo constitucional ameaçado, até que a mobilização popular em curso revertesse a aventura golpista. Entretanto, nada foi feito.


O golpe no Paraguai deu-se sob os auspícios do governo Obama, que segue cumprindo a promessa de superar o abandono da América Latina pelas administrações de Bush, empantanadaz no Iraque e no Afeganistão. A deposição de Fernando Lugo foi uma rasteira certa na proposta de integração latino-americana, da qual o Brasil é o principal promotor e favorecido. Os USA antipatizam com o MERCOSUL, com a União Europeia, etc., preferindo as discussões bilaterais, olho no olho, nas quais os grandalhões convencem facilmente os pequeninos.


Com Fernando Lugo, perdeu um governo progressista que falava muito e concedia nada, à imagem e semelhança do petismo brasileiro, em seus melhores momentos. A desculpa do luguismo para tamanha inatividade social era o parlamento de direita que, alinhado aos USA, não reconhecia a China; mantinha relações estreitas com Israel; cedia base militar aos estadunidenses e, sobretudo, vetava o ingresso da Venezuela ao MERCOSUL, união comercial em clara perda de dinamismo.


Ao contrário de Lula da Silva, em Honduras, Dilma Rousseff apoiou a deserção do ex-bispo mulherengo, que saiu de modo ainda mais apressado e inglório do que o de João Goulart, em abril de 1964. Afirma-se que se tratou de mais um passo da indiscutível aproximação de seu governo ao dos USA, já expressa no distanciamento do Irã, da Líbia, da Síria; na nomeação de Antônio Patriota, para ministro das relações exteriores, conhecido filo-estadunidense.


Por além das aparências, subsiste a alma profunda dos negócios. Lula da Silva resistiu à deposição de Manuel Zelaya, também porque aquele país era destino privilegiado, ainda que pequeno, das exportações manufaturadas do Brasil. Tentou inutilmente impedir a entrada do raposão em galinheiro que pensava seu. Por sua vez, Dilma Rousseff apoiou a entrega imediata do poder por Fernando Lugo e promoveu, com ainda maior rapidez, a suspensão provisória do Paraguai no MERCOSUL e a introdução da Venezuela como quinto membro daquele organismo, em ação igualmente prenhe de consequências econômicas.


Com as informações de que dispomos, é ainda difícil saber a sequência exata das decisões. Teria, desde o primeiro momento, prevalecido o princípio de que valia menos um Fernando Lugo, em fim de mandato, do que uma Venezuela no MERCOSUL, para sempre? Teria se tratado de um apoio preventivo dilmista aos brasiguaios, parte do agronegócio nacional, locomotiva atual das exportações brasileiras, associado a empurrão nos segmentos industrialistas, em processo de desindustrialização tendencial? A Venezuela, país produtor de energia, é forte importador de manufaturados. Maná dos céus, portanto, para a indústria brasileira e argentina. Seu ingresso no MERCOSUL torna a aliança regional mais atrativa para os países que se encontram fora dela. Ou apenas se fez da “necessidade virtude”, respondendo a rasteira com poderoso rabo-de-arraia.


Trata-se, em todo caso, de uma aposta perigosa. Os USA avançam a Aliança do Pacífico, entre o Chile, Peru, Colômbia, México, claramente em oposição ao Brasil, que aproxima a Venezuela e fortalece o MERCOSUL, enquanto vê afastar-se o Paraguai, nação estratégica de sua fronteira mais candente, da qual depende parte do fornecimento de sua energia elétrica.
Sobretudo, permite que o Império golpeie com sucesso o governo progressista latino-americano mais frágil, precisamente quando vivia verdadeiro sufoco social, devido ao massacre de trabalhadores sem-terra, sua principal base de apoio. Fortalece, portanto, a ameaça aos governos boliviano, equatoriano, venezuelano e, até mesmo, argentino. E o boi, como se diz aqui no Rio Grande do Sul, se come aos pedaços!



Mário Maestri, 64, é historiador e professor do Curso e do Programa de Pós-Graduação em História da UPF, RS. E-mail: maestri@via-rs.net


Fonte: Brasil de Fato

quinta-feira, 19 de julho de 2012

A Revolução das Fontes Históricas Digitalizadas



Biblioteca Nacional digitaliza sua hemeroteca e contribui para a consolidação de uma verdadeira revolução no trabalho de pesquisa acadêmica

Os historiadores brasileiros podem comemorar mais uma excelente notícia no que se refere a oferta de documentos na internet: a Biblioteca Nacional está digitalizando todo o seu acervo de jornais e revistas não-correntes (que deixaram de circular). São milhares de periódicos produzidos entre os séculos XIX e XX e que poderão auxiliar – de forma gratuita – pesquisadores no Brasil e no exterior que investigam os mais diferentes temas e áreas. O acesso poderá ser feito a distância, via um banco de conteúdos online.

O projeto da Biblioteca Nacional é bastante ambicioso. Até o momento foram digitalizados 638 periódicos – pequenos, grandes, raros e populares. A maior parte cobrindo o período que vai do início do século XIX até os anos 1950. E, segundo os funcionários da Biblioteca Nacional, há muito material sendo preparado, incluindo periódicos da segunda metade do século XX. Além do volume significativo de documentos, a hemeroteca digital ainda conta com um muito bem-vindo sistema inteligente. Há alguns anos, os primeiros projetos de digitalização de fontes históricas preocupavam-se muito com a qualidade visual do material, mas quase sempre deixavam a desejar no quesito a pesquisa do acervo. No caso da Biblioteca Nacional, não. Os conteúdos contam com um sistema de buscas que funciona muito bem. É possível virar e revirar todo o banco de dados através de pesquisas precisas por periódico, por período e por local.

Entre os periódicos, já é possível encontrar grandes jornais do período republicano, como “Correio da Manhã” e “Diário Carioca”, e também os pequenos, mas não menos ilustres, como “O Despertar” e “Nova Luz Brazileira”, da época do Império. Alguns poucos jornais não autorizaram a digitalização de seu acervo de forma alguma. É o caso do carioca “O Jornal”. Outros, liberaram parcialmente: o acesso não pode ser feito remotamente, mas somente in loco. Por isso, principalmente, a Biblioteca Nacional já está se equipando: dezenas de computadores com acesso a internet farão companhia as já conhecidas máquinas leitores de microfilmes. Além disso, jornais que passaram por processos de digitalização incompletas e/ou problemáticas, como é o caso do “Jornal do Brasil” e do “Última Hora”, serão redigitalizados e acrescentados ao banco de dados.

A iniciativa da Biblioteca Nacional é um acerto na política de democratização do conhecimento da instituição (aquilo que deve ser, no fundo, a vocação de qualquer biblioteca). Para o historiadores, os benefícios da digitalização de fontes são imensos, para não dizer revolucionários. As pesquisas por “palavras-chave”, e por diferentes entradas, tornam as pesquisas mais rápidas e mais precisas. Liberam tempo para análises e para ampliação de objetos de estudos. E não é só: a digitalização e disponibilização de um acervo como o da Biblioteca Nacional – a oitava maior do mundo – permite a ampliação das pesquisas no país (fuga do excessivo localismo), desafoga o atendimento presencial (melhora a sua qualidade) e ainda preservam os originais. Se as novas mídias estão transformando o ofício do historiador, a digitalização, neste sentido, é uma destas dimensões transformadoras.

Para conferir esse grande trabalho – ainda em processo – acesse o site: www.memoria.bn.br ou http://bndigital.bn.br. Atenção: ainda em teste, o site pode sair do ar em alguns momentos.

PIBID UPF - Subjprojeto História



Conheça o projeto

Compreender e transformar o ensino de História, eis o mote do subprojeto História – Licenciatura Plena da Universidade de Passo Fundo (UPF) para o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/CAPES). A proposta visa estimular a formação docente superior qualificada dos licenciandos para atuação na realidade escolar do ensino básico promovendo o contato direto, investigativo e interventivo no ambiente escolar durante a sua própria formação como professor. A área de História, com base nos parâmetros institucionais estabelecidos para o PIBID/UPF, realizará seu plano de trabalho a partir dos seguintes eixos:
Primeiro eixo: 
Contextualização do ambiente escolar e da educação básica
Aproximação exploratória com o ambiente escolar, a comunidade atendida e circundada pela escola  e suas demandas específicas. Elaboração e aplicação de instrumento de leitura de contexto que incida nos aspectos estruturais (da escola e da comunidade de sua abrangência) e pedagógicos (documentos normatizadores, abordagem comparativa entre o ideal e o real, organogramas de funcionamento,  etc.). 
Segundo eixo: 
Investigação das práticas de ensino-aprendizagem
Estudos sobre o cotidiano escolar com ênfase no processo de ensino-aprendizagem e que permitam conhecer, identificar, analisar e avaliar as teorias e metodologias do ensino, as singularidades do ensinar e aprender em cada ambiente escolar específico, as dificuldades de aprendizagem, a relação professor-aluno. Mapeamento das matrizes que serão orientadoras no desenvolvimento de ações, derivadas das demandas de cada espaço escolar de atuação dos envolvidos no subprojeto da área de História da UPF. 
Terceiro eixo: 
Ações/inovações pedagógicas: propostas de intervenção
 em sala de aula e em espaços alternativos
Implantação de ações de intervenção no processo de ensino-aprendizagem escolar a partir dos enfoques identificados nos estudos anteriores com agentes do ambiente estudantil, por conseguinte, derivativas de suas demandas. As propostas adequar-se-ão à realidade escolar, todavia, propõe-se como possíveis formas de intervenção a realização de oficinas temáticas, painéis de discussão, ciclos de cinema e a criação de um site de discussão e divulgação (link  no site institucional do PIBID/UPF - http://www.upf.br/pibid/). Entre os temas previstos como passíveis de serem enfocados nas oficinas elencamos a discussão patrimonial e a história local, a música brasileira, a religiosidade e sua relação com a cultura, a história da África e a cultura afro-brasileira, a história ambiental, as linguagens e representações no ensino de história, a pesquisa história em sala de aula, o trabalho com fontes, a relação entre cinema e história.
Quarto eixo: 
Integração, sistematização, avaliação e difusão
Reflexão sistemática sobre os processos em desenvolvimento pelos bolsistas pibidianos, supervisores e coordenador de área com aporte em discussões a partir de leituras sobre história e ensino, relatos dos pibidianos, metodologias do ensino de história e técnicas e métodos de transposição didática. Criação e atualização do site PIBID/História; elaboração de relatórios sobre atividades desenvolvidas; reuniões semanais com bolsistas; reuniões quinzenais com pibidianos e supervisores das escolas; reuniões com demais coordenadores de área do PIBID/UPF; e avaliação continuada de todas as etapas do subprojeto. 

Atividades previstas
  • Grupo de estudo semanal com bolsistas PIBID/História
  • Reuniões de acompanhamento, planejamento e organização quinzenais (bolsistas, supervisores e coordenador de área)
  • Elaboração de instrumentos de leitura de contexto
  • Aplicação do instrumento de leitura de contexto e das matrizes orientadoras das ações de intervenção
  • Análise dos dados obtidos na coleta de dados
  • Criação e manutenção de site de divulgação do subprojeto, divulgação de materiais e análises dos bolsistas e de membros da comunidade escolar 
  • Viagens de estudos/participação em eventos
  • Organização das oficinas pedagógico-práticas (atividades, calendário, público alvo, etc.)
  • Produção e utilização de material didático (textos, manuais, mídias, etc.)
  • Implementação das ações de intervenção
  • Avaliação do subprojeto e elaboração do relatório final

Equipe
  • Coordenadora de área - Profa. Gizele Zanotto
  • Supervisores das escolas - em processo de seleção
  • Acadêmicos do curso: 1) Chanaele Gheller dos Santos Cavalini; 2) Débora Nunes de Sá; 3) Florisvaldo Rossatto de Carvalho; 4) Marcelia Marini (dado o número de alunos inscritos, é possível que tenhamos nova seleção no início do semestre visando completar as 20 vagas)

Divulgação - Bolsas PIBID e PIBIC


Pibid/Capes/UPF divulga lista de bolsistas selecionados


A coordenação institucional do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/CAPES/UPF) torna público o resultado da seleção de bolsistas para licenciatura, de acordo com o número de vagas previsto no Edital nº 1/2012.

Confira no anexo abaixo a lista dos bolsistas selecionados.

1 - resultado_do_edital_de_ampliacao_pibidcapesupf_no_12012.pdf

UPF divulga listas de professores contemplados pelo Pibic/UPF e Pibic/CNPq


A Universidade de Passo Fundo (UPF), por meio da Vice-Reitoria de Pesquisa e Pós Graduação, divulga os bolsistas que foram contemplados com o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Pibic/CNPq) e da UPF (Pibic/UPF).

A indicação do aluno bolsista deve ser feita até o dia 03 de agosto de 2012, por meio do e-mail pesquisa@upf.br com as seguintes informações: nome do aluno, curso, número de matrícula, número do CPF, e-mail e telefone.

O aluno indicado para o Pibic/CNPq deve ter conta corrente no Banco do Brasil para repasse da bolsa os indicados ao Pibic/UPF devem ter conta no Banrisul.

Recursos deverão ser encaminhados protocolados para a Divisão de Pesquisa até o dia 1º de agosto de 2012. Informações podem ser obtidas pelo telefone (54) 3316 8370.

Veja nos anexos abaixo as listas de contemplados.

1 - contemplados_pibic_cnpq.pdf

2 - contemplados_pibic_upf.pdf

Música no Museu homenageia o rock nesta sexta-feira (20/07)



Nesta sexta-feira (20/07) o Museu de Artes Visuais Ruth Schneider (MAVRS) e o Museu Histórico Regional (MHR) da Universidade de Passo Fundo (UPF) apresentam a quarta edição do projeto Música no Museu. Para festejar o Dia do Rock, comemorado na sexta-feira, 13 de julho, a equipe organizou uma programação especial.

Na oportunidade o livro, Anos de chumbo, escrito pelo professor da Faculdade de Artes e Comunicação da UPF Alexandre Saggiorato, terá seu pré-lançamento. O evento contará com a apresentação da banda Fábrica do General Bonimores, de Passo Fundo que trará os clássicos do rock na versão acústica.

A apresentação terá início às 18h30min e a entrada é gratuita.

1917: Declaração de Corfu


Com a iminente derrota da Alemanha e do Império Austro-Húngaro, começou o debate sobre a união dos eslavos do sudeste europeu. Em 20 de julho de 1917 facções iugoslavas assinam Declaração de Corfu: tentativa fracassada.
Palácio real em Corfu
Corfu, a maior ilha do Mar Jônico, pertence à Grécia, mas está situada no litoral da Albânia. A principal fonte de renda de seus 100 mil habitantes é o turismo.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a ilha desempenhou papel decisivo na história do sudeste europeu, tendo sediado a conferência internacional que culminou na Declaração de Corfu, aprovada a 20 de julho de 1917. Esse acordo definiu o destino dos territórios remanescentes do Império Austro-Húngaro, com a criação de um Estado iugoslavo – o chamado "Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos".
O assassinato do herdeiro do trono austríaco, o arquiduque Francisco Ferdinando, em 28 de julho de 1914, por militantes do movimento clandestino sérvio Mão Negra, foi o estopim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Nos dois primeiros anos do conflito, a Áustria ocupou a Sérvia. O governo sérvio no exílio, liderado pelo primeiro-ministro Nikola Pašić e o príncipe regente Alexandre, passou a atuar a partir de Salônica e Corfu.
Consenso rápido
O direito exclusivo de representar os povos da Sérvia, Croácia e Eslovênia, reivindicado pelo governo no exílio, não foi reconhecido por unanimidade. Ele passou a ser disputado também pela divisão eslovena que combatia ao lado do exército russo e pela oposição eslava exilada em Londres - o chamado Comitê Sul-Eslavo.
Praça Nikola Pašić, em Belgrado
Em Viena, Carlos 6º, sucessor de Francisco José (morto em 1916), percebeu que a era dos estados multiétnicos à moda da monarquia austro-húngara havia chegado ao fim. Essa mudança da linha política na corte de Viena favoreceu um acordo na Iugoslávia. Em meados de 1917, o premiê Pašić convidou representantes da Eslovênia, Croácia e do Comitê Sul-Eslavo para uma rodada de negociações em Corfu.
Surpreendentemente, os três povos chegaram logo a um consenso: a 20 de julho de 1917, decidiram criar um reino formado pela Sérvia, Croácia e Eslovênia, sob regência do príncipe herdeiro sérvio Alexandre. Os idealizadores do acordo falaram, pateticamente, de "um povo com três nomes, mesmo sangue e mesma língua, inseparável pelo sentimento da unidade, continuidade e integridade do território".
Dissolução pré-programada
As contradições evidentes das três etnias foram ignoradas de propósito. Tentou-se, embora sem muito empenho, dotar o novo Estado de uma estrutura federativa. Os símbolos nacionais dos três povos, por exemplo, foram aceitos em pé de igualdade. Desde o início, porém, o novo país enfrentou dificuldades insuperáveis.
Não demorou muito para que a heterogeneidade nacional, reforçada por divergências religiosas, voltasse à tona. O rei estava convicto do ideal iugoslavo, mas Belgrado, capital da Sérvia e do novo Estado, não deu conta dos novos desafios. Por ter perdido quase um quarto de sua população na Primeira Guerra Mundial, a Sérvia não dispunha de funcionários públicos em número suficiente para administrar o novo país de forma eficiente.
Já os croatas insistiram na autodeterminação nacional e contribuíram para que a Iugoslávia, em seus primeiros dez anos de existência, presenciasse 30 trocas de governo. Em conseqüência dessa instabilidade, o rei tentou consolidar a unidade nacional à força.
Novo nome, mesmo reino
Em janeiro de 1929, mudou o nome do país de Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos para Reino da Iugoslávia, e proibiu os símbolos nacionais de cada povo. As fronteiras fixadas por esse ato administrativo não levaram em consideração os aspectos étnicos, nacionais e religiosos. Com isso, ele conseguiu superar a permanente crise de governo, mas não unir definitivamente os três povos. Cinco anos depois, o rei Alexandre da Iugoslávia era assassinado.
A Declaração de Corfu, de 20 de julho de 1917, portanto, não passa de uma nota de rodapé da história do sudeste europeu. Foi uma ambiciosa, mas fracassada tentativa de unir os povos balcânicos num só Estado.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

MIC 2012 com inscrições abertas!



A MIC 2012 apresenta várias novidades!!!
Leia atentamente sobre as modificações realizadas e os novos prazos da MIC.
Desejamos a todos um grande evento de Iniciação Científica!


A partir de uma ampla discussão feita após a realização da XX MIC, da análise das contribuições recebidas nas avaliações dos eventos, e também das sugestões da comunidade docente e discente da UPF, a comissão organizadora da MIC e os coordenadores de pesquisa das Unidades, implementaram diversas modificações com os objetivos de tornar a XXII MICmais ágil e incentivar a participação dos alunos, professores e comunidade em geral, como segue:

1) Inscrição de Trabalhos
  • Em 2012 o número máximo de trabalhos inscritos por aluno será limitado a 2 (dois). É fortemente indicado que oorientador faça uma boa triagem da qualidade do(s) trabalho(s).
  • Para todos os trabalhos aprovados pela comissão organizadora deverá ser feito um pôster em conformidade com as normas deste site.
2) Sessões Orais de Bolsistas e Indicados ao Prêmio Aluno Pesquisador

  • Destacamos que em 2012 apenas os bolsistas (PIBIC CNPq, PROBIC FAPERGS e PIBIC UPF) e os alunosindicados ao Prêmio Aluno Pesquisador terão a obrigatoriedade de apresentação oral em sessão específica.
  • Todos os alunos bolsistas também deverão apresentar seu(s) trabalho(s) na forma de pôster e estar presente na sessão de pôsteres no horário informado na programação do evento.
3) Sessão de Posteres
Como em anos anteriores, todos os trabalhos aprovados deverão ser apresentados na forma de pôster, mas as maiores modificações da XXII MIC referem-se ao formato da sessão de pôsteres para alunos não bolsistas. Buscando uma maior valorização e integração desta importante forma de socialização do conhecimento, a sessão de apresentação de pôsteres foi dividida em dois momentos, conforme programação da MIC 2012: 
  • Apresentação de pôsteres das áreas Humanas e Exatas.
  • Apresentação de pôsteres das áreas Agrárias e Biológicas.
A apresentação do trabalho dos alunos não bolsistas será junto ao pôster na data e horário da sessão de pôsteres de forma oral. O tempo de apresentação não deverá exceder 05 minutos, havendo, ao final desse, um espaço de 5 minutos para discussão. Para estas sessões, a comissão organizadora convidará avaliadores que utilizarão uma ficha própria de avaliação. O certificado de apresentação de pôster será entregue ao aluno imediatamente após argüição. Os pôsteres deverão ficar expostos no Portal de Linguagens até encerramento da MIC.


Como participar 

Existem duas formas de participação para alunos de graduação: como participante ou como ouvinte. Participante é aquele aluno que irá apresentar seus trabalhos em qualquer uma das modalidades permitidas pela organização do evento. Nesta modalidade de inscrição o custo será de R$ 40,00 com direito a camiseta, e certificado de apresentação de trabalho. Ouvinte é aquele aluno que assiste apresentações, podendo escolher qual sessão gostaria de assistir. Nesta modalidade de inscrição o custo será de R$ 15,00 com direito a certificado de participação no evento.

O evento é destinado a alunos de graduação, bolsistas e voluntários de iniciação científica, professores e comunidade em geral. Porém, só terá certificado quem realizar a inscrição em uma das modalidades acima e pagar seu DOC bancário. No entanto toda a programação da MIC é aberta a quem desejar acompanhar.

Inscrições
Período
16 de julho a 21 de agosto de 2012.
Valor
O valor da inscrição é de R$ 40,00 por participante, com direito ao certificado de apresentação e camiseta. Para ouvintes, o valor da inscrição é de R$ 15,00, com direito ao certificado de participação.